terça-feira, 20 de março de 2012

Geração de Conteúdo e domínio da língua portuguesa


Todos nós sabemos que o conteúdo gerado para a internet é o maior fator de atração e relacionamento com seu público. Entretanto, poucos empresários atentam para o fator “quem”; aquela pessoa que vai gerar e gerenciar esse conteúdo com pertinência, relevância e freqüência.

As técnicas para criação e gestão de conteúdo web são inúmeras, mas um aspecto é fundamental para o ‘inicio da conversa”: o domínio da língua portuguesa.

Não tenho nenhuma dúvida sobre o quão difícil é o domínio de nossa língua pátria; entretanto, o esforço para se fazer o melhor possível é de suma importância para um retorno de qualidade. 

Escrever mal resultará em menor credibilidade para o que se quer comunicar, e o receptor ainda poderá repercutir isso de uma maneira danosa para sua marca. Escolha muito bem o responsável pelo conteúdo que sua empresa irá gerar.

Isso nada tem a ver com aquelas conversas informais nas redes sociais, mas, sim, com os textos, artigos e descrições de produtos que levam a marca e os valores de sua empresa.

Abaixo, dicas preciosas para quem quer enveredar pelo mundo da criação de conteúdo no que diz respeito à base do conhecimento, que é a nossa gramática.

Paulo Rubini
Consultor de Marketing Digital

Os maiores erros de gramática
As 11 dúvidas mais frequentes que assolam os falantes do idioma

Josué Machado


Quando se fala em listas de qualquer natureza - sobretudo uma lista com os "maiores" erros de gramática - corre-se o risco de desagradar à maioria porque cada interessado no assunto tem suas próprias escolhas. É certo que haverá listas diferentes desta, com mais ou menos itens. E todas, mais ou menos arbitrárias, como esta, baseadas na experiência e na observação.

O fato é que as maiores dúvidas gramaticais da língua padrão provavelmente coincidem com os enganos mais frequentes. Dez, quinze ou vinte, não importa. E não interessam aqui questões doutrinárias ou o ponto de vista definido como científico de que em linguagem não há erro. Esta exposição, por discutível que seja, limita-se ao âmbito da norma culta e da possível intolerância de examinadores encarregados de corrigir provas.
1- A concordância do verbo "ser"
Quando funciona como verbo de ligação, "ser" pode concordar com o predicativo que o segue
Texto tirado de um jornal:

"Boas práticas em manutenção é um conceito sagrado para quem quer sobreviver no mercado."

Um engano do redator, que deveria ter escrito:

"Boas práticas em manutenção são um conceito..."

Mas soaria melhor, sem o eco do "ção"/"são":

"Um conceito sagrado para quem quer sobreviver no mercado são as boas práticas em manutenção."

Quando "ser" funciona como verbo de ligação, pode concordar com o predicativo que o segue em vez de concordar com o sujeito (predicativo é o complemento do verbo de ligação).
Casos mais comuns
A Se na frase (sujeito + verbo "ser" + predicativo) houver nome próprio ou pronome pessoal reto, o verbo concordará com a pessoa ou o pronome; se houver nome próprio e pronome, e um dos termos estiver no plural, a concordância será feita com o termo que estiver no plural:

"Marlene era só dores".
"O Brasil somos nós".
Quando não houver nome próprio, e o sujeito ou o predicativo estiver no plural, o verbo vai para o plural:

"O pior foram suas acusações".
"O resto são lembranças".
"Suas certezas são o problema".
C Em suma, o verbo de ligação concorda primeiro com a pessoa e depois com o plural, não importa qual for sujeito ou predicativo.
D Se houver expressões de distância, peso, preço, quantidade (é bom, é demais, é muito, é pouco e outras), o verbo permanece invariável:

"Três metros é muito para o sofá".
"Dois quilos é pouco para a feijoada".
Em expressões de data, distância e tempo, o verbo concorda com o predicativo:

"Hoje são 9 de novembro".
Em: "Hoje é 9 de novembro", supõe-se a elipse de "dia".
"Daqui lá são 12 km".
Com horário fracionado, o verbo concorda com a unidade.
"É 1 hora e 30".

2- O pronome "se" apassivador
Como indicador da voz passiva, a partícula "se" transforma o complemento em sujeito paciente
O pronome "se" é partícula apassivadora quando acompanha verbo transitivo direto com complemento sem preposição(*). O complemento se transforma em sujeito paciente. Como de regra, o verbo acompanha o sujeito no singular ou no plural:

"Alugam-se casas."
"Devem-se cobrar resultados."

Quando o "se" for partícula apassivadora, a oração estará na voz passiva. Para saber se ocorre partícula apassivadora, transforma-se a oração em passiva analítica:

"Alugam-se casas" = Casas são alugadas;
"Devem-se cobrar resultados"= Resultados devem ser cobrados.

Na oração passiva analítica, o sujeito é ente inanimado ou paciente da ação verbal.

Atenção: o verbo transitivo direto pode ter complemento direto com preposição: Amar a Deus. Nesse caso, em "Ama-se a Deus", o "se" é índice de indeterminação do sujeito e não partícula apassivadora, por isso o verbo fica na terceira pessoa do singular.

Dica: Em caso de dúvida, basta converter a estrutura anterior (voz passiva sintética) em voz passiva analítica: "Vendem-se deputados e senadores" > "Deputados e senadores são vendidos".

3- Índice de indeterminação do sujeito
Todo cuidado é pouco para não confundir o "se" de indeterminação do sujeito com a partícula apassivadora
É preciso não confundir o "se" de indeterminação do sujeito com a estrutura semelhante à do "se" apassivador, mas composta por verbo transitivo indireto (que exige preposição antes do complemento) ou intransitivo. Nessa estrutura, a preposição ("a", "com", "de", "em", "para") aparece ao lado do "se", antes do substantivo (objeto indireto) na oração de sujeito indeterminado. Verbo no singular. Exemplos de frases corretas:

"Precisa-se de candidatos honestos".
"Trata-se de políticos decentes".
"Necessita-se de alunos aplicados".
"Sofre-se com os preços altos".
"Acreditou-se em mentiras políticas".

Abaixo, um exemplo de frase de jornal que confundiu o "se" apassivador com o "se" indicador do sujeito indeterminado:

"Criaram-se as condições ideais para as reformas, aplicaram-se as pressões adequadas, mas recorreram-se às fórmulas erradas."

O certo seria: "Criaram-se as condições ideais para as reformas, aplicaram-se as pressões adequadas, mas recorreu-se às fórmulas erradas".

Isso se explica pois as condições são criadas, as pressões são aplicadas. Mas recorre-se "a" alguma coisa. As fórmulas não podem ser recorridas. Deve ser, portanto, "...mas recorreu-se às fórmulas erradas", por causa da preposição.

4- O verbo "haver"
Usado na forma impessoal, o verbo "haver" sempre vai na 3ª pessoa do singular
Com os sentidos de existir, ocorrer, decorrer, fazer (tempo), o verbo "haver" é utilizado sempre como impessoal e na terceira pessoa do singular. Também fica na terceira pessoa do singular o auxiliar do haver impessoal. Os verbos que "haver" impessoal substitui (exceto "fazer", com tempo) variam normalmente: "existem bons repórteres", "existiam roupas", "ocorriam assaltos", etc.
"Há bons redatores na revista."

"Com a queda das bolsas, houve pessoas que se mataram."

"É preciso que haja roupas no estoque."

"Havia mortos e feridos nos destroços."

"Há três anos não vê a mulher."

"Estava havendo assaltos a mulheres desacompanhadas."

"Parecia haver mais policiais do que espectadores."

Se o ponto de referência é uma data passada, e não a atual, deve-se usar o pretérito imperfeito ("havia") e não o presente ("há").

"Lenise estava naquela escola havia dez meses."

"Havia três anos que começara a trabalhar."

"Esbofeteara o sócio havia dois meses."

A troca por "fazer" torna clara a necessidade de correspondência de tempos passados:

"Lenise estava naquela escola fazia (não 'faz') dez meses."

"Fazia (não 'faz') três anos que começara a trabalhar."

"Fazia (não 'faz') dois meses que socara o sócio."

"Em 2012, na presidência havia (ou fazia, não 'faz') um ano, achava que tudo ia bem."

5- O plural indevido
Objeto de distrações, o plural segue critérios que vão além da sintaxe, implicando o sentido do que se quer dizer
De um jornal:

"As aquisições feitas pelo grupo até agora estão na casa de US$ 5,4 bilhões, incluindo as participações dos sócios da VBC em cada operação."
"As participações", escreveu o redator, como se faz em latim e inglês, mas deveria ser "a participação."

Registra-se aqui uma das distrações mais comuns e menos discutidas e explicadas da língua. Difícil teorizar, mas, se uma propriedade se refere a sujeitos diversos, deve manter-se no singular. E mais: quando são vários os possuidores, o nome da coisa possuída fica no singular, inclusive partes do corpo, se unitárias, ou atributos da pessoa. Mais exemplos podem esclarecer essa teoria.

Abaixo, enganos tirados de jornais, com a forma adequada entre parênteses:

"O governador Alckmin recebeu as visitas do deputado Paulo Maluf e do prefeito Kassab." (recebeu a visita)

"O técnico decidiu-se pelas entradas de Robinho e Kaká." (pela entrada)

"A festa teve as presenças de José Dirceu e Delúbio Soares." (a presença)

"A polícia tenta apurar as identidades dos marginais." (a identidade)

"... eles balançaram as cabeças em aprovação." (a cabeça)

"... deixou todos de bocas abertas." (boca aberta)

"... Elevemos os corações para o alto." (o coração)

"... Elevaram as mentes a Deus." (a mente)

O fato é que de tanto escrever e falar assim, acaba-se nem sentindo mais. Claro que diremos no plural: "lavamos as mãos, os pés", "curamos os rins, os pulmões"; "elevemos as mãos para o alto, as pernas, as orelhas", porque temos pares desses acessórios. Mas: "elevemos o coração, a cabeça, o fígado, o nariz, a boca, o pescoço, o pâncreas"... E o que mais for unitário.

6- Colocação pronominal
Com variações entre a fala e a escrita, a ordem pronominal deve obedecer a certas regras e observar as situações de comunicação
Volta e meia a má colocação pronominal dá as caras em publicações variadas, como podemos ver abaixo (a boa colocação é a que está entre parênteses):
"Não ficarão órfãs porque deixei-as já adultas..." (porque as deixei)

"... quando transferiu-se para..." ( quando se transferiu)

"... havia formado-se..." (havia-se formado ou havia se formado).

"... caberia-lhe o sacrifício..." (caber-lhe-ia [evitar] ou lhe caberia).

Em todos esses casos (há vários semelhantes em jornais e revistas todos os dias), os pronomes oblíquos átonos foram maltratados. Eles devem se colocar antes do verbo (próclise) em orações nas quais há:
  • palavras negativas e advérbios (não, nem, ainda, assaz, bastante, bem, já, jamais, mais, mal, muito, menos, pouco, quanto, quase, quiçá, sempre, só, talvez, tanto, etc.);
  • conjunções (quando, enquanto, se, etc.);
  • pronomes relativos (que, quem, cujo, etc.);
  • pronomes pessoais (eu, tu, etc.) em muitos casos.
A leitura e o bom ouvido são fundamentais na colocação pronominal. No português do Brasil, em geral se coloca o pronome átono antes do verbo. Mas o infinitivo verbal não flexionado tem força para neutralizar a tendência à próclise. Pode ocorrer então a ênclise (pronome depois do verbo principal): "Impossível não irritar-se".

No Brasil, mesmo em relação ao infinitivo, a tendência sempre frequente é antecipar o pronome ao verbo. "Impossível não se irritar". Mesmo que não haja palavras negativas, pronomes ou conjunções na frase, a antecipação natural na linguagem informal é cada vez mais frequente na formal. No entanto, apesar da tendência, deve-se evitar tal uso. Jamais o pronome vem depois de verbos no particípio passado ("comido", "partido", "posto"), no futuro do indicativo ("caberá") ou do futuro do pretérito, o velho condicional ("caberia"). Nos casos em que não houver atração, será "havia-se formado", "caber-lhe-á" e "caber-lhe-ia".

Lhe x o/a
Distração comum é o uso de "lhe", "lhes" em lugar de "o", "a", "os", "as" com verbos transitivos diretos, que rejeitam preposição. O "lhe" substitui complementos com preposição. É complemento de verbos transitivos indiretos, que exigem preposição. Nada de "Eu lhe amo", "Conheceu-lhe na rua...". O certo é "Eu a amo"; "Conheceu-o na rua...".

Há verbos que rejeitam o "lhe", mesmo sendo transitivos indiretos: "aludir", "aspirar", "assistir" (como presenciar) e "recorrer". Em tais casos, usa-se "a ele" ou "a ela".

7- Ter x haver
É preciso atenção para usar adequadamente os verbos "ter" e "haver", muitas vezes trocados na linguagem cotidiana
Em relação a "haver", ocorre com muita frequência, principalmente na linguagem oral, a troca de "haver" por "ter". Como nos versos de Drummond, já ousado em 1928:
"No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio
do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha
uma pedra."
Frases lidas ou ouvidas: 
"Tinham mais de 6 mil torcedores no Morumbi."
"Tinham trinta deputados em plenário."
"Tinham dois impedidos."

Na linguagem formal culta, deve-se usar "haver", impessoal no sentido de existir como já vimos:

"Havia mais de 6 mil..."
"Havia trinta..."
"Havia dois..."
"Parecia haver 3 mil espectadores..." (E não "pareciam" haver...).

8- Ver x vir
Como esses verbos semelhantes geram confusões quando o assunto é o futuro do subjuntivo
"Ver" e "vir" confundem-se no futuro do subjuntivo. O mesmo ocorre com os compostos: "antever", "prever", "rever", etc; "convir", "intervir", "entrevir", "revir", etc.

É muito comum mais ouvir do que ler coisas como: "Se ela me ver" ou "quando ela me ver" - mesmo de pessoas bem escolarizadas. A forma adequada é "vir", futuro do subjuntivo de "ver": "Se ela me vir" ou "quando ela me vir".

Dica: pode-se extrair o futuro do subjuntivo do passado perfeito do indicativo, na terceira pessoa do plural.

Verbo VER: eles viram; tira-se o sufixo (-am) e obtém-se a primeira pessoa do futuro do subjuntivo: VIR.

Verbo VIR: eles vieram; menos a terminação "-am": VIER.
Futuro do subjuntivo
Ver
Vir
Vir
Vier
Vires
Vieres
Vir
Vier
Virmos
Viermos
Virdes
Vierdes
Virem
Vierem
Nota: "Prover" difere dos demais: provejo, provês, provê, etc. Provi, proveste, proveu, provemos, provestes,proveram (-am): Futuro do subjuntivo: se eu prover, se tu proveres, etc.

9- A vírgula
Como o uso indevido do sinal de pontuação mais comum do idioma pode alterar o sentido da frase
Há muito a dizer sobre a vírgula, porém dois princípios são essenciais para a correta virgulação:
A) Jamais se separa o sujeito da predicado (verbo). Mesmo que o sujeito esteja longe do verbo.
"Todos os empregados que precisem viajar para fora do país, devem comparecer ao serviço de medicina..."

A vírgula depois de "país" separa o sujeito (empregados) de seu predicado verbal (devem comparecer).

"Melhorar a eficácia de fogões alimentados por combustível, teria impacto positivo na saúde humana e no ambiente dessas regiões."

A vírgula depois de "combustível" separa o sujeito ("Melhorar... combustível") de seu predicado verbal "teria".

B) Jamais se separa o verbo de seus complementos. Mesmo que o verbo esteja longe deles.

"A Bolsa do Rio garantia, a bancos e corretoras, o pagamento da compra de ações feita..."

"A bancos e corretoras" é objeto indireto; não deveria aparecer entre vírgulas.

Dica
Separam-se por vírgulas orações intercaladas ou adjuntos adverbiais deslocados no início da frase (deslocados porque a ordem natural dos adjuntos é no fim da frase).
"A presidente, enquanto viajou, foi informada de tudo".

"Enquanto viajou, a presidente foi informada de tudo".

10- A concordância do verbo antes do sujeito
É necessário ter cuidados redobrados com a concordância quando o verbo está posposto ao sujeito
O princípio fundamental de que o verbo concorda com o sujeito, mesmo posposto, às vezes é esquecido. É muito frequente a discordância quando o verbo aparece antes do sujeito na frase. Nos exemplos ruins de jornais, abaixo, a forma adequada vem entre parênteses.

"Chama-me a atenção os desdobramentos..." (chamam-me ... os)

"Falta dez minutos para terminar a sessão."(faltam dez)

"Basta alguns votos para concluir a contagem." (Bastam alguns votos)

"Basta seis documentos para efetuarmos..." (Bastam seis)

"Existe, que se saiba, bons motivos..." (Existem... bons motivos)

"Existe seguros apropriados..." (Existem seguros)

"E todos sabem que existe dois tipos de computadores..." (existem dois)

"Viva os reis!" (vivam os reis!) 
Haver e existir
Costuma-se confundir a concordância de "existir" com a de "haver". "Haver" é impessoal e fica na terceira pessoa quando significa "existir": "há seguros", "há bons motivos". Mas a de "existir" varia: "existem seguros", "existem bons motivos".

"Dar", "bater", "soar", com referência às horas do dia, concordam com o número que indica as horas: "davam seis horas", "soavam três horas", "batiam duas horas".

11- O bom uso do verbo "fazer"
Convém observar as diferenças entre o uso pessoal e impessoal de "fazer" 
O verbo "fazer" é pessoal em seu sentido próprio:
"Ela fez tudo".
"Tu e ela fareis o que eu mandar".
"Eles fazem anos no mesmo dia".

Mas é impessoal quando:
A) expressa tempo decorrido. 
Nesse caso, usa-se "fazer", sem sujeito, na 3ª pessoa do singular. O auxiliar de "fazer" também fica no singular.

Nos exemplos negativos seguintes, ouvidos em entrevistas ou tirados de publicações, a forma correta aparece entre parênteses:

"Fazem dez anos que a conheci" (Faz dez anos).
"Farão dez minutos que saiu." (Fará dez minutos)
"Faziam horas que havia fugido." (Fazia horas)
"Casou-se fazem doze anos." (faz doze anos)
"Devem fazer dois anos que não a vê." (Deve fazer)
"Vão fazer três anos que o governo..." (Vai fazer)
"Estão fazendo cinco anos que se casou, mas..." (Está fazendo)

B) expressa fenômeno climático:

Faz calor.
Fazia muito frio.



domingo, 18 de março de 2012

Ai, se eu te pego, Luíza...

Lí este artigo, mas não lembro-me da fonte. Se você é autor me avise para eu registrar o crédito.
Paulo Rubini



Ai, se eu te pego, Luíza...


06/02/2012
Desde que a propaganda começou a ficar mais “esperta” e assumiu um papel mais dinâmico e abrangente do que a primordial função de oferecer produtos, ela se desdobra como espelho do que as sociedades manifestam como comportamento, cultura, o arts & krafts e o zeitgeist (com o perdão dos estrangeirismos, mas ilustra bem e que fica chique, fica...).

Tão interessante quanto, é quando a propaganda traz a vanguarda à luz do senso comum. É nas ocasiões (raras), quando ela consegue aliar a ação de lançadora de tendências com a tarefa fundamental de vender com competência, é que nossa querida profissão, em minha opinião, alcança sua maior relevância como atividade econômica e social.

Mas aí veio a internet e bagunçou tudo.

Qualquer zé mané lá do Chumbuquistão grava um vídeo bizarro/estranho/engraçado/violento/gracinha, posta na rede e por obra do sei-lá-o-que, vira um meme mundial. Até aí, tudo bem. Afinal, todos nós, lá no fundo (ou nem tão no fundo assim), temos um lado que curte coisas bizarras/estranhas/engraçadas/violentas/gracinhas.

É o que acontece hoje com o fenômeno Luíza, que imagino, todo mundo já ouviu falar. Apenas para resumir e relembrar, um colunista social de uma capital brasileira participa de um lançamento imobiliário de alto padrão, onde ressalta a virtude do apartamento, símbolo daquilo de mais requintado do que poderia usufruir o society local. Para marcar seu orgulho, reuniu a família, com exceção da filha Luíza, que “está no Canadá”. Não deixam de ser comoventes os símbolos de ascensão social dessa galera (o tempora, o mores, etc...), mas como propaganda, é ruim. Tão ruim que é ótima e por isso virou hit na web.

O que não dá para perdoar é a carona preguiçosa, que muitas marcas importantes têm pegado neste e outros exemplos, do tipo...” Todo mundo está comprando na Loja do Zezinho, menos a Luísa, que está no Canadá”...
Tudo ao som do onipresente “Ai se eu te pego, ai, ai, se eu te pego”...
É legal procurar sempre se colocar empaticamente no lugar das marcas que a gente cuida, se perguntando se cada ação vai construir, vai consolidar, vai inovar.

Tenho sérias dúvidas se, colar no galeguinho de Medianeira e seu improvável (mas incontestável) sucesso mundial, ou outro que inevitavelmente o sucederá, na Luíza da vez ou na nova über perua (hellooou!!...), por pura preguiça de planejar o caminho, suar o cérebro para criar o novo, bebendo nas influências do espírito do tempo ou na ousadia da vanguarda, são táticas inteligentes.

Pode parecer dar certo por algum tempo, o Michel e a Luíza vão ganhar uma boa grana e desfrutar doswharolianos 15 minutos a que todos têm direito.
Mas é injusto fazer a marca pular de galho em galho, para poder aproveitar o que outra pessoa inventou lá no Chumbuquistão e que vai fazer um sucesso apenas momentâneo.

A marca fica perdida, pois a mensagem que ela transporta pode ser até ser bizarra, estranha, engraçada, violenta ou gracinha.

Mas é má propaganda.


sábado, 25 de fevereiro de 2012

Liderança e gestão – Conheça as diferenças




Um conceito errôneo muito comum sobre liderança é que essa é uma habilidade de uns poucos escolhidos. Alguns acham que é apenas questão de possuir certas características quase místicas – como carisma e visão – ou você as possui ou não.


A verdade é que habilidades de liderança não são inatas. Elas podem ser adquiridas e aprimoradas.

Para compreender a verdadeira função dos líderes, é importante compreender a diferença entre gestão e liderança. São dois sistemas de ação distintos e complementares.

Gerenciar é lidar com complexidade; liderar é lidar com mudanças.

Gestão diz respeito a trazer ordem e previsibilidade à determinada situação, enquanto liderança diz respeito a adaptar-se a mudanças – uma habilidade progressivamente importante para o ambiente empresarial volátil e competitivo dos dias de hoje. Dessa forma, o trabalho de gestão é substancialmente diferente do trabalho de liderança.

Por exemplo, enquanto gestão exige habilidades de planejamento e elaboração de orçamentos, liderança exige a habilidade para definir uma direção. Organização e contratações são tarefas de gestão, enquanto que alinhamento de pessoas enquadra-se no âmbito da liderança. Por último, enquanto gestão diz respeito a controle e solução de problemas, liderança diz respeito a motivação e inspiração de uma equipe.

Uma das funções-chave da liderança é definir uma direção para as mudanças. Definir uma direção para mudanças requer que os líderes coletem uma vasta gama de dados e encontrem  padrões, relações e vínculos. O alinhamento das pessoas se enquadra em liderança, não em gerenciamento. Para alinhar as pessoas por trás de uma visão, um líder deve solicitar informações e discussões do maior número de pessoas possível, ajudá-las a compreender uma visão de um futuro alternativo, e fazer com que as pessoas acreditem e sejam estimuladas por essa visão.

Reconhecer e premiar o sucesso são parte do processo de liderança de motivação e inspiração. Motivação e inspiração fazem com que as pessoas se sintam estimuladas não porque são pressionadas ou atraídas para a direção certa, mas pela satisfação das necessidades humanas básicas de realização.
Uma liderança bem sucedida exige poderosas:

·         Habilidades de comunicação: para falar e escrever de forma convincente.
·         Habilidades interpessoais: para ouvir o que as pessoas estão dizendo e responder de forma construtiva (audição ativa).
·         Habilidades para resolução de conflitos: para lidar com atritos e inevitáveis tensões.
·         Habilidades de negociação: para articular diferentes grupos para que eles possam alcançar metas mutuamente acordadas.
·         Habilidades motivacionais: para alinhar a uma meta pessoas que podem não se reportar a você.

Definir etapas detalhadas para alcançar as metas almejadas é uma atividade de gerenciamento que ocorre durante o processo de planejamento e elaboração de orçamento. Alocar os recursos necessários para atingir as metas almejadas é uma atividade de gestão que ocorre durante o processo de planejamento e elaboração de orçamento. Essas atividades estão de acordo com o objetivo do gerenciamento: obter resultados bem definidos e consistentes.

Habilidades de gestão são essenciais. Entretanto, um mercado de constantes mudanças econômicas e sociais vem progressivamente exigindo que gestores também se tornem líderes. Como resultado, a habilidade para liderar – ou seja, identificar uma visão, alinhar as pessoas por trás dessa visão e motivá-las a alcançar essa visão – se tornou ainda mais fundamental para os gestores dos dias de hoje.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Leite Moça e sua receita do sucesso



Produto tem história marcada por inovações no portfólio, nas embalagens e nas ações de relacionamento com os consumidores, que mantiveram-se como verdadeiros parceiros nos últimos 90 anos


Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing | 09/12/2011

sylvia@mundodomarketing.com.br

leite moça,nestlé,leite condensadoTer uma presença constante na vida dos consumidores. Esse é, sem dúvida, um dos principais motivos do sucesso de Leite Moça, que em 2011 completou 90 anos. Para manter-se jovem durante tantas décadas e não perder o posto de líder de mercado, a marca aposta em renovações frequentes, seja no portfólio, nas embalagens ou no relacionamento com os consumidores.


No Brasil, Moça conta com as versões tradicional e light, além de outros 17 produtos em cinco categorias diferentes, incluindo panettones, biscoitos, chocolates, sorvetes e cereais matinais. O sucesso é tanto que, como resultado, a empresa mantém a marca de sete unidades vendidas por segundo.


Por aqui, Moça, literalmente, fez história. Quem já comeu um brigadeiro não pode provar o contrário. A origem do doce data de 1945, quando relatos indicam que a receita foi criada para arrecadar fundos para a campanha eleitoral do Brigadeiro Eduardo Gomes, candidato à presidência da República. O Brigadeiro perdeu a eleição, mas o doce, definitivamente, saiu vencedor.


Parceria com consumidores
Foi aproveitando as criações dos consumidores com o leite condensado que Moça construiu sua trajetória de sucesso. Já em 1950, as latas traziam textos que recomendavam o produto para o uso culinário. Em 1962, foi iniciada uma tradição preservada até hoje: a empresa começou a publicar receitas nos rótulos de Leite Moça, que passaram a encher os cadernos das donas de casa brasileiras.


O próprio nome Leite Moça é resultado de observações sobre o comportamento dos consumidores. Quando chegou ao país, o produto levava o nome em inglês, “Milkmaid”. Os brasileiros, no entanto, apelidaram de “leite da moça”, referindo-se à ilustração da camponesa na embalagem. Na década de 1930, quando já fabricava o leite condensado no Brasil, a Nestlé decidiu adotar o nome criado espontaneamente e o produto passou a se chamar Leite Moça.


De lá para cá, a marca se aproximou ainda mais do cotidiano dos consumidores. Uma das primeiras ações promocionais realizadas no país para promover o produto foi baseada na campanha “Você faz maravilhas com Leite Moça”, de 1980. Um dos desdobramentos premiava as melhores receitas, que foram estampadas na embalagem do leite condensado.


leite moça,nestlé,90 anosInovação e relacionamento
Em 1998, de olho na tendência que valorizava a preocupação com uma alimentação mais saudável, a empresa ampliou a linha e criou o Leite Moça com menos teor de gordura. Outro momento importante para a marca foi o relançamento da lata (foto), em 2004, que despertou a atenção dos consumidores nas gôndolas dos pontos de venda e ajudou a distanciar Moça da concorrência.


“Ao longo do tempo, a Nestlé se preocupou em manter a qualidade do produto na forma original e em trazer inovações. Hoje temos um mercado bastante diferente em relação ao passado. Muito mais pulverizado, com mais de 60 players. Manter-se líder ao longo desses anos é cada vez mais desafiador”, diz Fabiana Fairbanks, Gerente Executiva de Marketing da área de produtos lácteos da Nestlé, em entrevista ao Mundo do Marketing.


nestlé,leite moça,90 anosJunto com a nova lata, a Nestlé inaugurou um canal de relacionamento exclusivo, o Fale com a Moça. A ação sazonal pretendia aproximar os consumidores da marca, dando consultoria culinária por telefone e e-mail. Com a experiência, novos serviços e pontos de contato foram criados. O mais recente é o site Moça, lançado em comemoração aos 90 anos, além dos perfis no Twitter e no Facebook e do aplicativo para iPhone (foto).


Reposicionamento de Moça Fiesta
A plataforma de aniversário também contou com o concurso O Melhor Brigadeiro do Brasil, iniciado em fevereiro, que elegeu a melhor receita do doce. O vencedor veio de Curitiba e rendeu à criadora um prêmio de R$ 90 mil, enquanto o segundo colocado ficou com R$ 9 mil e as 10 melhores receitas classificadas, R$ 900,00. Os principais finalistas também terão suas receitas estampadas nas embalagens de Leite Moça por dois meses, entre janeiro e fevereiro de 2012.


Outra iniciativa da marca aproveitando o aniversário de 90 anos foi o reposicionamento da linha Moça Fiesta, que agora recebe apenas o nome “Moça”. “Os produtos estavam posicionados mais especificamente para festas e, ao longo dos anos, percebemos que o hábito do consumidor mudou. Eles passaram a ser consumidos como solução de sobremesa rápida e não apenas em momentos especiais”, conta Fabiana.


nestlé,leite moça,90 anosAlém da mudança no layout das embalagens, a linha, que conta com as versões Brigadeiro e Beijinho, ganhou também mais um componente: o Moça Cremoso, para ser usado como cobertura ou recheio de sobremesas e frutas. “O objetivo foi trazer um novo produto para voltar a chamar a atenção dos consumidores para a linha, com o sabor de Leite Moça na versão original”, explica a executiva.


Aliada na cozinha
As variedades de produtos da marca atendem a um dos principais requisitos das consumidoras. As pesquisas constantes da Nestlé indicam que o maior atributo do Leite Moça são seus múltiplos usos, além da performance de qualidade. As ações de ponto de venda também seguem essas necessidades, com packs que premiam as clientes com brindes que sejam relacionados ao uso da marca, como um livro de receitas.


O grande desafio de Moça, agora, é adaptar a linguagem para a consumidora atual, com o tempo cada vez mais escasso. “Percebemos que as consumidoras precisam de soluções mais práticas. O objetivo é trazer ferramentas para que consigam ter tempo de se dedicar à família, fazer algo gostoso. A marca tem esse papel, de ser aliada da consumidora”, ressalta Fabiana.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Liderança segundo Richard Branson




Ao invés de focar em corrigir erros, um líder precisa todo dia “pegar no flagra” alguém fazendo algo certo.

Se a cultura de estimular o desenvolvimento dos funcionários através de elogios e reconhecimento começar pelo topo, ela irá reduzir bem o medo de falha, que pode atrapalhar muito uma empresa, principalmente no início.

Quando erros acontecerem, o que é inevitável, você precisa aprender com eles, ao invés de achar um culpado.

Dificilmente a melhor opção é ficar passando com os envolvidos o que aconteceu, eles sabem o que aconteceu. Foque no que pode ser aprendido.

Richard Branson (fundador do grupo Virgin)

domingo, 29 de janeiro de 2012

Promoção e conteúdo exclusivo. É o que os seguidores de empresas no Facebook querem.


Cerca de 56% dos usuários do Facebook que utilizam a função “like” na rede social são mais propensos a recomendar uma marca para os amigos após se tornar fã, segundo novo estudo realizado pela Constant Contact e Chadwick Martin Bailey
Abaixo listamos alguns resultados obtidos na pesquisa, que explora como os usuários do Facebook interagem com as marcas na rede social:
Dentre os usuários da rede social que utilizam a função “like”, eles afirmam a ser mais propensos a comprar de muitas marcas (16%) ou de diversas marcas (35%) as quais eles utilizam a função.
Curiosamente, fãs de marcas com mais de 50 anos de idade são mais propensos que a media geral (44% contra 35%).
Usuários do Facebook tem preferências claras em suas comunicações com as marcas: 69% dos fãs de marcas preferem ouvir mais de marcas de sua preferência dos que as outras, enquanto 31% preferem obter informações em uma mesma frequência apenas das marcas as quais utilizem a função “like”.
Curiosamente, 45% dos fãs de marcas no Facebook afirmam que as informações que recebem sobre elas “é mais do mesmo”.
Uma maioria de 77% dos fãs de marcas interage com elas via posts, newsfeeds e ofertas postados no Facebook, enquanto 17% compartilham experiências sobre a marca em seu perfil na rede social e 13% criam seus próprios posts sobre marcas.
58% dos fãs de marcas afirmam que usam a função ”like” para uma marca na rede social porque já são clientes dela e 57% se tornam fãs para receber descontos e promoções.
Exclusividade é ponto fundamental para muitos consumidores: 31% dos fãs de marcas usam a funcão like para ter acesso conteúdo exclusivo, enquanto 31% o fazem para ser os primeiros a receber informações sobre marcas.
78% das pessoas que utilizam a função ¨like” para marcas do Facebook o fazem para um pouco menos de 10 marcas, enquanto 33% curtem entre 1-2 marcas.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O que vai rolar no Marketing Digital em 2012


Principais tendências do marketing digital em 2012
Com base no que temos visto no Brasil e também em palestras e seminários dos quais tivemos oportunidade de participar no exterior, enumeramos algumas das principais tendências do marketing digital no Brasil em 2012.
Pequenas e médias empresas adotarão definitivamente o marketing digital
Que o marketing na Internet já era uma tendência ninguém duvidava, o problema é que muitas empresas parecem ter ignorado isso e agora estão tendo que correr atrás do tempo perdido. A presença de pequenos e médios empresários em nossos cursos sobre marketing digital é cada vez maior, disputando espaço com estudantes de marketing e publicidade que sempre foram a grande maioria nesse tipo de treinamento. A tendência é que em 2012 as pequenas empresas se rendam finalmente a mídia digital, o que deve provocar um sensível aumento da demanda por este tipo de serviço e profissionais do setor.
Presença online com mais engajamento nas mídias sociais
No rastro da revolução das mídias sociais as empresas deverão buscar cada vez mais engajamento em suas ações online. As ações de reforço de marca deverão ter uma estrutura que permita um engajamento maior do público criando uma relação de confiança entre a empresa e seu público-alvo. A tendência para o marketing nas mídias sociais em 2012 é uma busca cada vez maior por parte das empresas por um lugar de destaque em mídias simpáticas aos brasileiros como Facebook, Twitter e ainda o Orkut.
Social Media Optimization
O marketing nas redes sociais dependerá cada vez mais de conteúdo relevante e essa parece ser o maior problema para as empresas no Brasil. O marketing passivo nas redes sociais não surte mais efeito e a tendência é que o público fique cada vez mais exigente. A tendência é que o SMO venha a ganhar um status próximo ao que o SEO possui atualmente no marketing de busca. As próprias ferramentas de busca já estão utilizando o critério de relevância para ponderar as menções nas redes sociais.
Aumento do custo de links patrocinados
Cada vez mais empresas buscam no marketing digital um novo canal para a divulgação de seus produtos e serviços. Com isso, a tendência para 2012 é que o custo de links patrocinados volte apresentar uma alta em relação a este ano já que o espaço continua o mesmo, mas cada vez mais anunciantes buscam anunciar neste canal. Essa tendência deve ser ainda mais sensível tendo em vista que muitas empresas não dominam as técnicas de utilização do AdWords e por isso forçam uma alta desnecessária dos preços por palavra-chave. O Google agradece.
SEO cada vez mais refinado
Com o aumento dos custos de links patrocinados as técnicas de SEO deverão estar mais em evidência do que nunca. Ao mesmo tempo, o Google busca cada vez mais sofisticar seu algoritmo em busca de respostas cada vez mais relevantes e atuais. A última mudança no algoritmo do Google busca exatamente isso. Em função disso, a tendência do marketing de busca em 2012 é ficar cada vez mais sofisticado com os profissionais lutando não só para conquistar boas posições nas páginas de respostas dos buscadores mas também para manter os posicionamentos já conquistados.
Mobile Marketing em alta
Seguindo uma tendência forte no mundo inteiro, a tendência é que o marketing digital no Brasil em 2012 volte-se para o mobile marketing para atingir um público cada vez mais conectado através de dispositivos móveis como smartphones e tablets. As pesquisas apontam para uma venda recorde de smatphones neste Natal deixando criando um novo público-alvo a ser atingido. Já a redução dos preços dos tablets no ano que vem deverá deixar o mercado ainda maior.
Geolocalização
As campanhas de marketing digital baseadas em princípios de geolocalização deverão se tornar cada vez mais comuns no Brasil em função, principalmente, da expansão da base de dispositivos móveis. As empresas poderão solicitar a seus clientes autorização para o envio de mensagens quando estes estiveram dentro da sua área de atuação entre outras estratégias já bem populares lá fora e que deverão passar a serem vistas por aqui também. O sucesso do Foursquare por aqui já tem instigado a curiosidade de algumas empresas neste tipo de campanha.

sábado, 24 de dezembro de 2011

2012 de Inovação

As empresas que mais crescem e são mais lucrativas são as que derrubam barreiras. O único antídoto que você tem nesta ultracompetição é a inovação. 


“É pela inovação, que você vai minimizar a competição”.


As pessoas não estão preparadas para superar essas barreiras. “A inovação precisa estar no DNA das empresas”. - Gary Hamel


Que em 2012 você, sua empresa e sua equipe possam superar barreiras antes intransponíveis, mas agora, com a evolução digital e seu acesso cada vez mais fácil e ágil, se tornaram menos difíceis.
Esse é o desejo de todos aqui da MKT360GRAUS.