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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O que vai rolar no Marketing Digital em 2012


Principais tendências do marketing digital em 2012
Com base no que temos visto no Brasil e também em palestras e seminários dos quais tivemos oportunidade de participar no exterior, enumeramos algumas das principais tendências do marketing digital no Brasil em 2012.
Pequenas e médias empresas adotarão definitivamente o marketing digital
Que o marketing na Internet já era uma tendência ninguém duvidava, o problema é que muitas empresas parecem ter ignorado isso e agora estão tendo que correr atrás do tempo perdido. A presença de pequenos e médios empresários em nossos cursos sobre marketing digital é cada vez maior, disputando espaço com estudantes de marketing e publicidade que sempre foram a grande maioria nesse tipo de treinamento. A tendência é que em 2012 as pequenas empresas se rendam finalmente a mídia digital, o que deve provocar um sensível aumento da demanda por este tipo de serviço e profissionais do setor.
Presença online com mais engajamento nas mídias sociais
No rastro da revolução das mídias sociais as empresas deverão buscar cada vez mais engajamento em suas ações online. As ações de reforço de marca deverão ter uma estrutura que permita um engajamento maior do público criando uma relação de confiança entre a empresa e seu público-alvo. A tendência para o marketing nas mídias sociais em 2012 é uma busca cada vez maior por parte das empresas por um lugar de destaque em mídias simpáticas aos brasileiros como Facebook, Twitter e ainda o Orkut.
Social Media Optimization
O marketing nas redes sociais dependerá cada vez mais de conteúdo relevante e essa parece ser o maior problema para as empresas no Brasil. O marketing passivo nas redes sociais não surte mais efeito e a tendência é que o público fique cada vez mais exigente. A tendência é que o SMO venha a ganhar um status próximo ao que o SEO possui atualmente no marketing de busca. As próprias ferramentas de busca já estão utilizando o critério de relevância para ponderar as menções nas redes sociais.
Aumento do custo de links patrocinados
Cada vez mais empresas buscam no marketing digital um novo canal para a divulgação de seus produtos e serviços. Com isso, a tendência para 2012 é que o custo de links patrocinados volte apresentar uma alta em relação a este ano já que o espaço continua o mesmo, mas cada vez mais anunciantes buscam anunciar neste canal. Essa tendência deve ser ainda mais sensível tendo em vista que muitas empresas não dominam as técnicas de utilização do AdWords e por isso forçam uma alta desnecessária dos preços por palavra-chave. O Google agradece.
SEO cada vez mais refinado
Com o aumento dos custos de links patrocinados as técnicas de SEO deverão estar mais em evidência do que nunca. Ao mesmo tempo, o Google busca cada vez mais sofisticar seu algoritmo em busca de respostas cada vez mais relevantes e atuais. A última mudança no algoritmo do Google busca exatamente isso. Em função disso, a tendência do marketing de busca em 2012 é ficar cada vez mais sofisticado com os profissionais lutando não só para conquistar boas posições nas páginas de respostas dos buscadores mas também para manter os posicionamentos já conquistados.
Mobile Marketing em alta
Seguindo uma tendência forte no mundo inteiro, a tendência é que o marketing digital no Brasil em 2012 volte-se para o mobile marketing para atingir um público cada vez mais conectado através de dispositivos móveis como smartphones e tablets. As pesquisas apontam para uma venda recorde de smatphones neste Natal deixando criando um novo público-alvo a ser atingido. Já a redução dos preços dos tablets no ano que vem deverá deixar o mercado ainda maior.
Geolocalização
As campanhas de marketing digital baseadas em princípios de geolocalização deverão se tornar cada vez mais comuns no Brasil em função, principalmente, da expansão da base de dispositivos móveis. As empresas poderão solicitar a seus clientes autorização para o envio de mensagens quando estes estiveram dentro da sua área de atuação entre outras estratégias já bem populares lá fora e que deverão passar a serem vistas por aqui também. O sucesso do Foursquare por aqui já tem instigado a curiosidade de algumas empresas neste tipo de campanha.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Fan Page. Você vai ter uma.



Indiscutivelmente, a “bola da vez” das redes sociais é o Facebook. O que mais chama a atenção dos “faces” é a imensa facilidade de interação que a plataforma possibilita. Entretanto, não subestime a criação de Mark Zuckerberg.

Grande parte dos usuários desconhece a infinidade de possibilidades do facebook, principalmente no que diz respeito à privacidade. Convenhamos! A maioria de nós nem que saber mesmo de todas as possibilidades, o que não deve ocorrer com as empresas.

Inegável a sua capacidade de comunicação como mídia social para as empresas que querem maior proximidade com seu público, utilizando técnicas de marketing digital.

O facebook tem claro em suas regras de uso que empresas não podem ter perfis pessoais; mas sim, Fan Pages (FP). Além de tentar evitar o spam, o maior objetivo é fazer o usuário “curtir” as páginas das marcas que mais gosta.   

Do ponto de vista das empresas, a FP é bem superior aos perfis em relação às ferramentas disponíveis, como aplicativos (APPs) diversos para melhoria do design, formulários de contato, promoções e etc...

A FP não tem limitação de “curtidores”, ao contrário do perfil que limita em 5000 amigos.

Todas as postagens feitas no mural da FP aparecem automaticamente na timeline do usuário que a curtiu. Além disso, suas postagens terão estatísticas para análise.

Se você tem um perfil de empresa e quer migrar para uma Fan Page, fale com a gente.

Atendemos Colatina e demais cidades do Espírito Santo.

www.mkt360graus.com.br


sábado, 20 de agosto de 2011

Agência MKT 360 Graus, ao seu dispôr.

Amigos, é com satisfação que anunciamos o lançamento oficial de nossa agência.



A agência MKT 360 GRAUS tem uma filosofia de trabalho estruturada na união entre a tecnologia digital e os mais estratégicos conceitos de Marketing. Nossos profissionais contam com anos de experiência nas suas áreas de atuação.
Nossa missão é conhecer seu produto e buscar o melhor resultado com foco no que sua empresa preconiza como objetivo estratégico, sempre primando pelas melhores práticas competitivas e éticas na relação Mercado/Cliente/Agência.
Nossa lema é: “Não fazemos sites, produzimos resultados”.

domingo, 19 de junho de 2011

Marketing Digital - Os 3 mitos do Marketing Digital

Não pude deixar de replicar este desabafo de um profissional de Marketing, que pela exposição, demonstra o pensamento da maioria de nós, consultores da área.


Paulo Rubini
Digital Marketing Consulting

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Os três grandes mitos do marketing digital


Não é à toa que o marketing digital se tornou uma das prioridades nos investimentos em publicidade e propaganda. É uma forma prática, dinâmica e acessível para empresas dequalquer porte ou segmento promover seus negócios e manter contato com clientes e consumidores. Um bom exemplo é o Google Adwords, um canal de publicidade em que uma pessoa com algumas horas de treinamento é capaz de criar e gerenciar seu próprio anúncio de publicidade. Outro mais recente é a Like Store do Facebook, em que é possível não só divulgar, mas vender os produtos diretamente na fan page.
De tanto ler, ver e ouvir falar sobre essas aparentes facilidades, empresários e gestores passaram a acreditar em “mitos” que conferem poderes sobrenaturais ao marketing digital. Com base em experiências pessoais, vou relatar três dos mitos mais comuns.
Mito 1: É possível fazer marketing digital sem Marketing
Recentemente fui consultado para o lançamento de um novo site de compras coletivas. Ao ser apresentado ao projeto, fiquei preocupado com o fato de não haver praticamente nenhuma característica que o distinguisse de outras centenas de sites da categoria. Levantei a questão e me surpreendi com a resposta. Para os empreendedores, relevante não era ter um diferencial para se destacar dos concorrentes, mas sim uma propaganda boa o suficiente para chamar atenção e gerar tráfego.
Assim como eles, muitas outras empresas se enganam ao pensar que só publicidade é capaz de fazer de qualquer produto um sucesso. Ela pode até gerar visibilidade para a empresa ou produto por um determinado período, mas não se sustenta ao longo do tempo.
Banners, links patrocinados, ações em redes sociais, newsletters e outras iniciativas online só funcionam se fizerem parte de um mix de marketing abrangendo pesquisa de mercado e público-alvo, análise de oportunidades, definição de uma estratégia de diferenciação para o produto, política de preços, canais de venda e monitoramento dos resultados por meio de indicadores. Quanto mais este Marketing estiver estruturado, maior o potencial da publicidade realizada através do marketing digital gerar retorno efetivo.
Mito 2: Marketing digital é a solução milagrosa para meus problemas
O dono de um site de camisetas personalizadas nos procurou para saber como poderíamos ajudá-lo a alcançar seus concorrentes, que estavam “bombando” nas vendas. Antes de eu terminar de explicar como funcionava nosso trabalho ele já me questionava sobre os resultados. Na sua visão, a conta era simples: “minhas vendas não estão indo bem, então vou investir X em uma agência de marketing digital e eles vão aumentar meu faturamento em 10X”.
Isso pode até acontecer, mas não basta somente contratar a agência e esperar os resultados. Antes de mais nada, o trabalho de um profissional de marketing é compreender por que as vendas estão baixas. Quais os pontos fortes dos concorrentes, quais os pontos fracos da sua empresa e o que o cliente em potencial está procurando, de modo a estabelecer uma estratégia e um plano de ação envolvendo tanto iniciativas online quanto off-line.
No caso em particular detectamos que a loja era praticamente desconhecida, enquanto o principal concorrente era um conhecido case de loja inovadora, inclusive com várias matérias na imprensa nacional e internacional. Seu produto era de qualidade e o preço até abaixo do que a média, mas as estampas não chamavam atenção. Por outro lado, outras lojas apresentavam camisetas segmentadas de acordo com o gosto do cliente (filmes, atores, bandas de rock) ou permitiam que a própria pessoa criasse sua estampa personalizada. As vendas eram limitadas ao site, enquanto a concorrência comercializava suas camisetas em outros sites e redes de varejo.
Para alcançar o tão almejado resultado, portanto, seria necessário investir não só em publicidade mas em um reposicionamento da marca e de sua atuação no mercado, o que não estava nos planos da empresa. Ou seja, a conta não era tão simples de fechar quanto inicialmente parecia.
3. Fazer marketing digital custa uma mixaria ou sai até de graça
Uma metalúrgica interessada em fazer publicidade por meio de links patrocinados solicitou uma proposta. Fiz uma apresentação para a diretoria, explicando os detalhes de como o trabalho funcionava, o orçamento estimado para campanha e o valor do nosso trabalho de gerenciamento.
“Mas se já estamos pagando para o Google, para que pagar também a você?”, foi o questionamento de um dos diretores, quase ofendido pelo fato de eu cobrar por um serviço que ele considerava gratuito. “Afinal o Google não é de graça?”
Não adiantou tentar explicar que o “investimento” era destinado a remunerar os profissionais responsáveis pelo gerenciamento da campanha. Para dizer a verdade até hoje não sei nem por que me chamaram lá, se eles mesmos podiam fazer o serviço “de graça”.
Assim como o Google, muitos sites oferecem recursos gratuitos, contribuindo para a percepção de que marketing digital é “barato” ou mesmo “na faixa”. Na verdade os sites colocam à disposição algumas ferramentas gratuitas que, utilizadas por um bom profissional, são capazes de gerar bons resultados. Nesse sentido, comparado com a propaganda em jornais, revistas ou TV, o investimento no marketing digital é muito menor.
Mesmo o caso de pequenos empresários que conseguem promover seus negócios nas redes sociais “sem gastar nada” nas redes sociais, por exemplo, na verdade investiram muito do seu tempo (um dos ativos mais valiosos de hoje) em aprender os recursos dos sites e em interagir com os clientes e consumidores.
Em vez de “barato” ou “caro”, a empresa deveria avaliar o custo-benefício das ações de marketing digital comparado às alternativas.
Os relatos acima podem soar como desabafo, e de uma certa forma são mesmo. Mas também servem de alerta para as empresas que estão investindo ou pensam em investir em marketing digital. Comparado com outras formas de publicidade e propaganda ele pode ser mais simples, ágil e apresentar custo menor, mas os resultados sempre vão depender do trabalho de profissionais (internos ou externos), dos recursos investidos e de muitos testes e avaliações.
Como os americanos costumam dizer: “no pain, no gain” (sem dor não há ganhos). O marketing digital não é exceção.
Este artigo é de Silvio Tanabe

terça-feira, 31 de maio de 2011

Marketing Digital – A nova era do Marketing


No final dos anos 1990 fui “aplicado” pela internet e nunca mais deixei de admirar, acompanhar e modelar negócios através dela, tendo, inclusive, mantido um dos primeiros players de cobertura de eventos com imagens expostas na rede (www.olhai.com.br – fundado em 1999).

Por conta da paixão pelas inúmeras possibilidades encontradas na internet, e mesmo sendo de outra área (minha formação acadêmica é o Direito), comecei a especializar-me em Marketing, inicialmente com duas pós-graduações em instituições conceituadas, passando por extensões diversas para manter-me sempre atualizado.

Em todos os cursos sobre gestão de Marketing que cursei a internet sempre foi apontada como mais uma ferramenta, uma plataforma de comunicação para as marcas se posicionarem e se fortalecerem. Hoje, posso assegurar que a internet é um universo próprio onde se constroem marcas originalmente digitais. Que o diga Mark Zuckerberg e o seu Facebook, que de longe superou os batidos modelos de sites de festas.

Mas não é só isso!

Eu diria que a ordem está se invertendo muito rapidamente, colocando a internet num patamar altamente profissional e reduzindo as técnicas convencionais de Marketing a meras coadjuvantes no planejamento estratégico das empresas. Não obstante, as estratégias podem contemplar ações 360º entre o mundo de tijolos e o digital, fechando um ciclo de propositura de ações visando resultados ótimos.

O Potencial de Mercado, que é a mensuração das possibilidades de volume de venda de um determinado produto/serviço em um segmento de mercado ou região, nunca foi tão fácil de medir com a nova era digital e suas ferramentas (muitas delas gratuitas). 

No modelo tradicional da dimensão do Marketing como processo, segue-se um conjunto de atividades logicamente encadeadas e executadas para alcançar resultados (efetuar trocas, gerar valor, satisfazer o cliente e atingir os objetivos da organização). As etapas do processo podem incluir atividades de pesquisa de mercado, análise de concorrência, definição de posicionamento e desenvolvimento de produto. 

No Marketing Digital, as etapas do processo são as mesmas, mas o custo/tempo de análise/execução são muito menores e mais eficientes.

Na análise do contexto de Marketing tradicional reunimos aspectos do ambiente (contexto externo) e da organização (contexto interno). As variáveis do ambiente são denominadas de variáveis incontroláveis, tendo caráter mutável e inconstante, como as demográficas, tecnológicas, econômicas e socioculturais. Nesse sentido, as organizações têm sucesso, desde que adaptem seus produtos e serviços ao Ambiente de Marketing (forças externas que atuam sobre a organização e seus clientes, proporcionando o surgimento de ameaças e oportunidades). No meio internet, nunca foi tão evidente o fato de como as forças externas atuam sobre as empresas e como o Marketing Digital pode visualizar melhor as oportunidades e ameaças.

No curso que fiz recentemente, “Gestão de Marketing Digital”, foi citado o case de uma empresa de São Paulo que com apenas dois sócios e uma mesa, vende cartuchos para impressoras para todo o país. O faturamento deles é de R$ 500 mil/mês. Oportunidade? Sim, gestão de relacionamento com os clientes. Poucos dias antes de o cliente ficar “sem tinta”, recebe um e-mail lembrando a data da troca, entre outras referências ao CRM tradicional. Como são conhecidos? As famosas técnicas de Adsense e Adword que aperfeiçoam sua presença na rede, colocando sua empresa na primeira página de pesquisa orgânica do Google.

Dentro dessa dimensão, a idéia é de decodificação dos sinais de mercado para perceber os segmentos e os nichos, avaliar e construir as oportunidades. Nada de novo em relação ao Marketing convencional; entretanto, dificilmente dois caras, atrás de uma mesa, conseguiriam tal feito sem a internet.

Poderia escrever um tratado sobre este assunto, mas não é o caso. Finalmente, devemos ter em conta que a característica mais marcante da nova era é o S-Marketing, onde o consumidor influencia diretamente o resultado das empresas por interação nos seus relacionamentos nas redes sociais.

Se for contratar uma agência de Marketing Digital, pense sempre que a palavra-chave para o sucesso de sua estratégia é: Conversão. Determine suas metas e as converta em resultados. Exija isso de sua agência.