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sábado, 28 de março de 2009

Sustentabilidade. Estratégia é apenas o começo

Saiba mais sobre os cinco princípios básicos para a sustentabilidade no dia-a-dia das empresas.

Há uma porção de pensamentos estratégicos a respeito de sustentabilidade corporativa no mundo. Contudo, há pouca ou nenhuma ação para esta estratégia, no chão de fábrica. Este é um grande problema, uma vez que a licença para operar é ganha ou perdida nesse local. Para uma planta distante do escritório corporativo, a estratégia é vista como uma ordem infundada. Se as empresas são independentes de um escritório corporativo, então, há pouquíssimo tempo para a estratégia.

A situação financeira mundial atual paralisou as estratégias de sustentabilidade em muitas empresas. É hora de voltar ao básico “redução de custos” e “tornar operações mais eficazes e eficientes”. É esse foco atual sobre a "parcialidade" do negócio que tem sido bem sucedida operacional para muitas pessoas por mais de uma década.

Há cinco princípios básicos para a sustentabilidade no dia-a-dia das empresas:

1. Continuidade de atividades e gestão de risco
2. Responsabilidade
3. Compliance
4. Desempenho
5. Melhoria contínua

Estes princípios são raramente observados em estratégias de sustentabilidade. A seguir, confira mais explicação sobre cada um desses princípios.

Continuidade de atividades – representa o pensamento de longo prazo. Plano de negócios para todos os tipos de calamidades: tornados, furacões, incêndios, inundações, quedas de energia e greves. Estes eventos representam riscos operacionais para a empresa. Gestores, trabalhadores e stakeholders têm pouco preparo para o risco. Estrategistas em sustentabilidade passam todo seu tempo produzindo resultados na linha de produção, para promover a mudança, mas uma calamidade pode eliminar seus ganhos em um fatídico segundo.

É necessária mais atenção à gestão de riscos operacionais, regulamentários e de reputação. Há normas de gestão de risco que podem ser utilizadas para esta finalidade. Destinar atenção à gestão de riscos deverá ajudar a garantir a continuidade do negócio mesmo com as flutuações na economia, alterações das normas sociais, novas leis e grandes acontecimentos climáticos.

Responsabilidade – as operações compreendem claramente o conceito de responsabilidade. Em sustentabilidade, há uma responsabilidade pelo ambiente, pelas pessoas da empresa e da comunidade, e a responsabilidade de contribuir para a vitalidade econômica da comunidade. É impossível separar estas responsabilidades porque estão interligadas de muitas formas. O triple bottom line foi originalmente concebido como um eufemismo. A sustentabilidade ambiental é, na verdade, administração ambiental e claramente representa apenas uma das três responsabilidades.

Compliance – negócios sustentáveis esforçam-se no cumprimento de normas ambientais, sociais e regulamentos econômicos.

Gestores ambientais, de saúde e segurança não têm um monopólio sobre o compliance. As plantas geralmente estão em conformidade com sistemas de garantia incorporados ao sistema de gestão empresarial. Qualquer bom sistema de gestão de negócios irá conduzir estas considerações para o negócio principal, tornando-os parte do que cada empregado faz a cada dia.

Desempenho – Há um grande número de ferramentas de excelência empresarial utilizadas em todo o mundo que aumentam o desempenho. As empresas que utilizam essas ferramentas têm demonstrado um desempenho financeiro duas vezes superiores àquelas que não o fazem. Estes mecanismos utilizam indicadores de liderança e de condução do desempenho. Eles trabalham bem com programas de compliance.

Melhoria contínua – ambos os programas de compliance e desempenho exigem uma melhoria contínua. Melhoria de processos é utilizada para satisfazer a demanda. Uma empresa não pode continuar sua jornada para a sustentabilidade sem demonstrar uma melhoria contínua.


Por Robert B. Pojasek (Ph.D. o líder de Práticas de Sustentabilidade Empresarial na First Environment Inc. e uma autoridade internacionalmente reconhecida sobre o tema da sustentabilidade empresarial e de melhorias de processos).
Fonte: BiO2 (www.bio2.com.br)
18/03/2009

quinta-feira, 26 de março de 2009

Controle seu tempo

Se você é um executivo que precisa fazer caber 12 horas de trabalho em oito, com disciplina, é possível controlar seu tempo e segundo Stephen Covey, os primeiros passos são:

- Vá apenas a reuniões em que você pode contribuir.
- Faça reuniões com pauta e templo limitado.
- Delegue trabalho administrativo e peça recomendações claras que precisem apenas de aprovação final.
- Faça um curso de leitura rápida.
- Use relatórios por escrito e/ou encontros um-a-um, mais do que grandes reuniões.
- Delegue as correspondências o máximo possível a um funcionário.
- Resolva problemas quando apenas você puder fazê-lo.
- Divida os documentos em categorias: delegue ou jogue no lixo o máximo possível.

Acima de tudo, organize-se e trabalhe a partir de prioridades, ou seja:
- Elimine tarefas que nem precisam ser feitas.
- Identifique tarefas que podem ser delegadas.
- Concentre-se em tarefas que apenas você pode realizar.

Como disse um sábio pastor, templo é dinheiro!

Tenha tempo para ser feliz.

Paulo Rubini
Consultor de Empresas.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Dicas para ser “verde”


Confira as dicas para você implantar ações sustentáveis com baixos custos de investimentos.

Existem dezenas de iniciativas que podem ser implantadas para reduzir os resíduos, utilizar menos energia, melhorar a eficiência e envolver os colaboradores na diminuição dos impactos ambientais da sua empresa.

Muitas destas iniciativas não exigem elevados investimentos. Para exemplificar, a seguir, estão algumas opções.

Tenha uma base
"Você não pode reduzir o que não foi primeiro medido", declara Allison Hannon, gerente regional para o The Climate Group, uma organização sem fins lucrativos que ajuda empresas e governos a resolver questões sobre o aquecimento global.

Medir a sua pegada de carbono pode parecer muito complexo, mas existem muitas ferramentas fáceis e gratuitas disponíveis para que as empresas possam obter uma medida rápida de suas emissões de carbono, diz Tommy Linstroth, diretor de sustentabilidade para Melavar, uma empresa de desenvolvimento sustentável imobiliário de Savannah, Ga.

Depois de medir a sua pegada de carbono, você pode identificar as áreas com maior impacto e maior potencial para a mudança. Uso de eletricidade e transporte de trabalhadores podem representar os maiores impactos e oportunidades de redução em um edifício de escritórios, ou aterro de resíduos e de mercadorias de uma fábrica de operação.

Mergulho no Lixo
"Se você quer que as pessoas pensem sobre os resíduos que produzem a cada dia, mostre a eles", aconselha Jim Hartzfeld, diretor de Interface Raise, a unidade de consultoria sustentável da Interface, de Atlanta.

Quando a Interface começou a falar em posturas mais ecológicas e na sustentabilidade com foco empresarial, no início dos anos 90, Hartzfeld diz que todos pensaram que eles eram loucos. "Mas ninguém poderia argumentar com a idéia de redução de resíduos", diz ele. "Nós só precisava de uma maneira de torná-lo visível."

Diminua o fluxo
Todos já ouviram falar, e - e esperamos que já usem – das lâmpadas de alta eficiência nos escritórios. Mas você sabia que você pode fazer o mesmo tipo de mudança nas torneiras do seu banheiro e obter um retorno sobre investimento ainda mais rápido?

"O caudal da maioria das torneiras de banheiro é de 2,2 litros por minuto", diz Linstroth. "Essa é a mesma quantidade de água que você usa para tomar uma ducha. É um sobreuso ridículo e desnecessário."

A Melavar substituiu todas os arejadores das torneiras (controlam o fluxo de água) dos banheiros para versões de 0,5 litros por minuto. "Por US$ 3/torneira, reduzimos nosso uso da água de 50 a 75%. Se cada empregado lava as suas mãos três vezes ao dia, esse é um montante substancial de poupança de água, ao longo de um ano", diz ele. "Não há nem o que pensar."

Mude
Quando realizou uma auditoria de suas emissões de gases do efeito estufa, Melavar descobriu que um dos seus maiores culpados foi a gasolina usada para que os empregados fossem e voltassem do trabalho. Para lutar contra esse impacto, o grupo Linstroth lançou uma série de incentivos para transporte.

Para incentivar a carona, uma parceria com a empresa Atlanta"s Clean Air concede aos “caroneiros” mensais dois cartões. Além de brindes, também são designadas vagas preferenciais nos estacionamento mais próximo ao edifício para Caronas e veículos híbridos. Nenhum destes programas custa para implantar.

Transforme Resíduos em lucro
Quando você pensa nos resíduos que sua empresa produz, olhe além da convencional reciclagem de um meio para um fim, sugere Bill Hoffman, da rede Waste to Profit Network. Trata-se de uma base de informações que interliga empresas que têm necessidade de matérias-primas ou de partes que, de outra forma seriam jogados fora.

"Reunimos pessoas de diferentes indústrias que normalmente não falam uns com os outros e fazemos com que trabalhem em conjunto", diz ele.

Envolva todo mundo
Todos os especialistas concordam que o envolvimento dos trabalhadores é fundamental para tornar uma iniciativa verde de longo prazo num sucesso. A melhor forma de fazê-lo é tornar divertido, diz Christina Page, diretor de clima e energia no Yahoo.

O Yahoo tentou tornar suas iniciativas verdes divertidas no Dia da Terra, em 2007, quando desafiou os seus empregados a reduzir o consumo energético em 20% dentro de uma semana. O incentivo?

"Se eles atingissem essa meta, os co-fundadores prometeram lutar sumô no gramado de entrada", disse. "Foi uma forma fácil, divertida, criativa, de envolver as pessoas", afirma Page.

Não esqueça seus clientes
Incentivar e premiar os clientes para participar de programas ambientais, tais como faturamento sem papel ou usar sacolas de pano em vez das de plástico, pode ajudar as empresas a reduzir seus impactos ambientais e promover a lealdade entre os consumidores ambientalmente conscientes.

Um exemplo dessa estratégia inovadora foi recentemente implantada pela rede varejista Marks & Spencer, em Londres, que lançou no mês passado uma parceria com a Scottish and Southern Energy.

O programa chamado M&S Energia buscou incentivar os clientes na redução do seu consumo de energia. Aqueles que reduzirem sua utilização anual de energia em 10% no primeiro ano receberão vales da M&S no valor de £ 15 (equivalente a R$ 50,00). "O setor de energia pode ser bastante complexo e queremos torná-lo mais simples para os nossos clientes", diz Carl Leaver, diretor da M&S.



Por Sarah Fister Gale
Fonte: BiO2 (www.bio2.com.br)
18/03/2009

sábado, 21 de março de 2009

Faça diferença!

Nesta semana participei de evento promovido pala GB Lavanderia - que para a maioria de vocês é uma marca desconhecida -, o 3º Encontro GB de Profissionais de Moda Jeans ES. É que a GB está localizada em Colatina/ES, cidade com cerca de 130 mil habitantes e um dos principais pólos da indústria da moda nacional. Já escrevi sobre a GB em 2007 para o blog da UOT.


Poucas pessoas de minha cidade lêem meu blog, razão da apresentação inicial. Aqui ainda é uma daquelas cidades onde todo mundo faz “marketing”, como na maioria das cidades deste porte, mas com algumas exceções, e o cara, razão deste post, é uma dessas exceções.

Com visão estratégica 360º,
Marco Britto toca um negócio que cresce dia-a-dia.


No evento, Britto alertou sobre a Turquia, que desponta na Europa como grande produtora de jeans de alto padrão de qualidade e menor custo de produção, tanto para marcas nacionais como para as chamadas PL - Private Labels. Fica a dica.
Provocado sobre o E-Commerce, disse não acreditar que em curto prazo possamos ter um grande comércio eletrônico de moda, tendo em vista que a padronização é um problema de difícil equacionamento, além do fato de o consumidor comprar pela emoção, pelo prazer de ir a uma loja física, provar a peça e conversar com os vendedores.

Além de Diretor de Ciência e Tecnologia da ANEL – Assoc.Nacional das Empresas de Lavanderia, Marco Britto é um daqueles empresários que fazem diferença. Quando ninguém se preocupava com o meio ambiente, sua lavanderia com mais de duas décadas de existência foi pioneira no tratamento da água utilizada na lavagem das peças, tendo conquistado diversos prêmios na área ambiental e gestão de pessoas.

Mas o principal diferencial do Marquinho, como é conhecido por aqui, é o que ele faz pelo cliente.

Em tese, toda indústria de confecção deve procurar seu nicho e desenvolver seu estilo, seja ele qual for, até porque o design é um dos pilares na alavancagem de seu posicionamento num mercado tão acirrado. Pois bem, o Marcos viaja duas vezes por ano para as principais feiras internacionais de moda como a Bread & Butter, de Barcelona, a fim de pesquisar tendências de estilo, materiais e tecnologia para ser 100% repassado a seus clientes e com custo ZERO para eles, poupando-lhes este trabalho, que como disse, seria parte do core das empresas.

A GB mantém um núcleo de designers para atendimento personalizado, Show Room permanente com peças importadas de grifes conceituadas, totalmente interativo e à disposição de seus clientes para consultas. Além disso, seus consultores dão apoio técnico para compra de tecidos e promovem palestras e treinamentos para o pessoal de seus clientes.

Essa cadeia colaborativa só gera ganha-ganha porque o fornecedor que promove a otimização do desempenho comercial do parceiro por meio da melhor escolha de materiais, da melhoria na qualidade dos produtos e na inovação constante, reverte parte desse sucesso em benefício próprio pela fidelidade do cliente que consegue melhores resultados em seu varejo na outra ponta da corda.

“Criatividade é desenvolver lavações diferenciadas, sofisticadas, com alto impacto visual e com menor custo.” Marco Britto.

Fica ai um bom exemplo de como ser parceiro do sucesso para se ter sucesso. Faça diferença em seu negócio sendo um fornecedor acima da expectativa do cliente para se manter no rumo em meio a turbulências.

Parafraseando Albert Einstein, que disse: “A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original.”, fica apenas uma advertência, a de que o cliente acostumado com o tratamento acima da média se tornará cada vez mais exigente em relação ao fornecedor.

Faça sempre um follow-up rigoroso com acompanhamento de ações estratégicas e campanhas de marketing, com o objetivo de aferir seus resultados concretos, evitando perda de recursos e falhas cognitivas no relacionamento.


Consultor de Empresas

quarta-feira, 18 de março de 2009

O que é Empatia?

Volta e meia nos deparamos com palavras e expressões “da hora” e EMPATIA é a bola da vez para um relacionamento pessoal e comercial promissor.

empatia
de em + Gr. páthos, estado de almas. f.,
capacidade psicológica para se identificar com o eu de outro, conseguindo sentir o mesmo que este nas situações e circunstâncias por esse outro vivenciadas.

Entendeu?

Para se ter empatia, o primeiro passo é OUVIR. Acontece que muita gente não ouve com a intenção de compreender, ouve com a intenção de retrucar. Ou estão falando ou se preparando para falar com base em suas crenças individuais. Quem diz que está ouvindo pode estar ignorando, fazendo de conta que ouve balançando a cabeça, ouvindo apenas o que lhe interessa ou sendo educado e tudo isso está longe de ser “ouvir de maneira empática”.

EMPATIA não é solidariedade, ou mesmo entender as palavras usadas. Você ouve procurando captar o significado e o sentimento. Ouve para descobrir o comportamento. Usamos os dois hemisférios do cérebro para se ter empatia. Portanto, OUVIMOS com o corpo inteiro, sentimos realmente as aflições, desejos e necessidades do outro.

Stephen Covey, autor do best-seller “Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”, diz que devemos criar sinergia, como hábito de comunicação empática:

“A sinergia é estimulante. São fantásticas a abertura e a comunicação que ela pode gerar. As possibilidades de ganho verdadeiramente significativo, de melhora significativa são tão reais que vale a pena o risco que tal abertura acarreta.”

Poucas pessoas foram treinadas para ouvir. Mas para aqueles que desejam incrementar sua capacidade de comunicação devem se tornar ouvintes melhores entendendo profundamente o outro ser humano a partir das referências dele. Só assim conseguiremos um processo de ganha-ganha, onde os fins e os meios são iguais.

A receita é simples, porém focada:
- Veja o problema do ponto de vista do outro;
- Identifique as questões-chave e as preocupações envolvidas;
- Determine que resultados constituiriam uma solução plenamente aceitável;
- Identifique novas opções possíveis para alcançar tais resultados
.

Covey considera empatia como “a senha para se fazerem depósitos nas contas do banco emocional”. Trata-se de uma metáfora que descreve quanta confiança foi estabelecida em um relacionamento... “Se eu faço depósitos na conta do banco emocional com cortesia, bondade, honestidade e honrando meus compromissos com você, constituo uma reserva”.

6 atitudes para aumentar a confiança:
- Compreenda a pessoa;
- Fique atento às pequenas coisas;
- Honre compromissos;
- Deixe as expectativas claras;
- Mostre integridade pessoal;
- Desculpe-se sempre que tiver de voltar atrás.

Nunca esqueça: as desculpas devem ser sinceras: “Pedidos de desculpas considerados não-sinceros fazem com que se volte atrás”.

Sugiro uma leitura atenta dos 7 hábitos. O livro de Covey não tem absolutamente nada a ver com auto-ajuda e eu sempre relutei em Lê-lo por achar que tinha algo de “Quem comeu o queijo que o monge deu para o executivo Paulo roedor dono de uma escola de um PNL de última geração...”.



Paulo Rubini – Consultor de Empresas

segunda-feira, 16 de março de 2009

Empresas investem mais em marketing, diz pesquisa

Mais da metade dos empresários vê a crise como oportunidade ou acredita que a mesma não afetará seus planos, segundo pesquisa realizada pela Forma Editora. Diante desse cenário, os donos de empresas afirmam que, dos oito itens indicados, os principais investimentos serão nas áreas de comunicação e marketing, representando cerca de 48%.

Ampliação de investimentos, marketing de relacionamento e digital representaram juntos 61, 61% seguidos de brindes e produtos promocionais com 23,48%. Entre as mídias mais procuradas para a divulgação da marca, a digital se destaca e está atraindo grandes investimentos. Segundo a pesquisa, em 2009, 37, 88% das empresas estão interessadas nesse meio de comunicação.
Para Giovanni Maddaloni, diretor do Grupo GM7, empresa especializada em comunicação digital, as empresas estão precisando fazer mais com menos. "Isso significa focar direto no segmento da empresa evitando mídias de massa. Hoje já tem pesquisas que mostram que a mídia digital impacta 600 mil pessoas por mês".


O aumento na procura pelo display eletrônico pode ser explicado, pois em momento de crises ela aparece como uma mídia que atinge diretamente o público-alvo. "Observando a pesquisa, a gente identificou que das ferramentas de marketing e comunicação à redução dos investimentos ficou por conta de Serviços para Eventos, com 19,70%, ficando em último lugar a mídia digital, com apenas 5%".

Fonte

sábado, 14 de março de 2009

Dia mundial do Consumidor


Os direitos de quem compra são tão importantes que existe até o Dia do Consumidor, comemorado em 15 de março.

Histórico
Em 15 de março de 1962, o presidente dos Estados Unidos da América, Jonh Kennedy, instituiu o Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, por meio da mensagem especial enviada ao Congresso Americano sobre proteção aos interesses dos consumidores, inaugurando a conceituação dos Direitos do Consumidor.


Essa idéia causou grande impacto, não só nos Estados Unidos, mas em todo o mundo. Hoje, o Brasil possui uma das mais modernas e abrangentes leis de defesa do Consumidor. Nosso Código de Defesa do Consumidor, aprovado em 1990, Lei nº 8.078/90, tem servido de modelo para outros países.

“Se o cliente é deus, o bom atendimento deve ser uma religião.” – Paulo Rubini

Paulo Rubini
Consultor de Empresas.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Ta caro!

Pessoas não compram atrativos e benefícios. Pessoas compram soluções para problemas. O melhor produto ou serviço é inútil se não satisfizer uma necessidade e uma das objeções mais comuns ao fechamento de um negócio é o preço. Preço que muitas vezes é confundido com valor.

TÁ CARO! Esta é sem dúvida a expressão mais comum de se ouvir quando se quer vender alguma coisa. Ela não é uma objeção qualquer, é uma declaração. Note que o cliente não pergunta, ele afirma: TÁ CARO!

O QUE FAZER?

Por não ser uma pergunta, mas uma declaração, ela não requer uma resposta, mas uma outra pergunta: “Quando você diz caro, está querendo dizer exatamente o quê?” – ou – “caro comparado com o quê?”.

A gente nunca vai saber exatamente o que o cliente quer dizer com caro, ou caro DEMAIS! Se ele declarar que está caro pode significar que está tentando lidar com a questão de forma impessoal ou sem relação com o produto e isso não significa que chegará a um acordo. Mas e se for uma objeção? Do tipo: “Você terá de baixar o preço se quiser fechar negócio comigo.”.
Ai pegue as palavras-chave e devolva com uma pergunta:
“Tudo bem. E, ao dizer ‘fechar negócio’, o que exatamente você tem em mente?”
E dê seqüência:
“De quanto estamos falando para que você fique com as 100 caixas do produto X?”
Resposta: “50.000 reais.”
“50.000 por mês? Então estamos falando de um patamar de preços bem diferenciado.”

Viu?
Você chegou ao ponto que é o preço por volume. Algo que você não conseguiria se tivesse virado as costas ao Ta caro! Um negociador mais desatento teria tentado responder à objeção pelo caminho errado mencionando qualidade, serviço ou competitividade.
Existem “n” exemplos de objeções de cliente potenciais que devemos ter atenção:
- “A entrega de vocês é muito lenta.”.
“O que é lento demais para as necessidades de sua empresa?”

- “Estou muito insatisfeito com essa situação”
“Quando você diz ‘insatisfeito’, a que se refere?”

É preciso ousadia para responder a objeção devolvendo-a para o cliente buscando esclarecimentos porque por trás do TÁ CARO pode estar a resposta para o fechamento de um negócio.

Paulo Rubini - Consultor de Empresas

segunda-feira, 9 de março de 2009

Cade moderniza defesa da concorrência

Presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Arthur Badin pretende iniciar, ainda em março, uma maratona no Senado Federal em defesa do Projeto de Lei nº 3.937/04, que cria o novo Cade.

O projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados em dezembro de 2008, pouco mais de um mês após a posse de Badin. “A crise mundial nos coloca de novo frente a uma antiga verdade: crises são oportunidades. E, de acordo com a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil é o país que tem o maior potencial de crescimento do mundo no contexto desta crise”, disse Badin. Ele acredita que é preciso estar preparado para aproveitar a oportunidade de mudar a inserção da Nação no mundo, aumentando a proporção de market share dos produtos brasileiros no mercado internacional.

Para isso, ressalva, serão necessárias mudanças institucionais, criar novos marcos regulatórios, realizar os ajustes necessários para destravar o custo Brasil. “A reestruturação do Cade e a simplificação do julgamento de fusões no País têm tudo a ver com isso”, enfatiza. O presidente do Cade também alerta que a janela de oportunidade para melhorar o ambiente de negócios estará aberta em 2009, já que 2010 será marcado pelo período eleitoral, que sempre torna mais difícil a tramitação de projetos no Congresso.

Fim do triplo guichê – Um dos objetivos do projeto é unificar a estrutura de defesa da concorrência no Brasil, hoje, dividida em três guichês: Cade e Secretaria de Direito Econômico (SDE) – ambos vinculados ao Ministério da Justiça – e a Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), do Ministério da Fazenda. Badin acredita que é hora de enfrentar o chamado Custo Brasil: a burocracia cartorial que faz, por exemplo, com que o prazo para abrir uma empresa no País demore até seis meses, contra apenas 24 horas em alguns países, como a Coréia do Sul. Essa lentidão gera um custo que é pago pelas empresas. “O problema do País não é legislativo, não há falta de leis. O problema é jurídico, de execução das leis, associado à burocracia do Estado”.

Análise prévia – A segunda finalidade é instituir a análise prévia de atos de concentração (fusões e aquisições), hoje feita posteriormente ao fechamento dos negócios. Os casos mais simples, ou 93% das fusões, serão julgados em até 20 dias. Os casos complexos terão até 180 dias para serem analisados – são os que envolvem empresas com faturamento igual ou maior que R$ 400 milhões/ano ou que gerem impacto igual ou maior que 20% do mercado. Atualmente, a análise de todas as fusões é feita sempre depois que as empresas já realizaram a transação.

Reestruturação – O terceiro objetivo trata de reforçar o sistema de defesa da concorrência. Hoje o Brasil é o que tem o sistema anti-truste mais desenvolvido entre os emergentes, que incluem China e Índia. “Mas, apesar deste avanço, o País tem um Cade com uma estrutura quase indigente”, avalia Badin.

A SDE tem 20 técnicos para realizar investigações no Brasil inteiro. “Todos estes técnicos estão situados em Brasília. Eles fazem operação de busca e apreensão com apoio da Polícia Federal em caso de comprovação de cartel, que é a pior das condutas anti-competitivas. Seriam necessários pelo menos mais 12 técnicos para que o órgão pudesse atuar como deve”. E o Cade dispõe de 18 técnicos, que servem o gabinete de sete conselheiros. A média é de dois por gabinete.

sábado, 7 de março de 2009

Você é empreendedor?

Você é empreendedor?

Responda às questões abaixo e veja se você está pronto para abrir um negócio agora.
Na minha opinião o melhor teste que já ví.
A distribuição dos pontos eu fiz assim:
3 pontos para a que considero certa e 2 pontos para a outra.
Quem quiser saber o resultado do meu teste mande um email.

Orientação
Distribua cinco pontos em cada par de afirmações a seguir, destinando a maior parte deles para a proposta com a qual você concorda mais.

1-
A) A capacidade de um empreendedor acaba tendo pouca influência sobre o sucesso que ele obtém, porque isso depende de muitos outros fatores.
B) Um empreendedor capaz sempre consegue definir o destino do seu negócio.

2-
A) Empreendedorismo é um dom que nasce com a pessoa.
B) É possível desenvolver o empreendedorismo ao longo da vida.

3-
A) A competência dos concorrentes define se um vendedor conseguirá vender seus produtos.
B) Um vendedor capaz sempre consegue vender seus produtos, mesmo com bons concorrentes.

4-
A) O planejamento é um fator determinante para o sucesso de um empreendimento.
B) O planejamento não define o sucesso de um empreendimento, porque sempre surgem fatores inesperados que se tornam mais decisivos.

5-
A) A condição econômica da pessoa é essencial para que ela se transforme em uma empreendedora de sucesso.
B) Um empreendedor pode alcançar o sucesso independentemente da condição econômica.

6-
A) Os erros dos empreendedores surgem principalmente da sua própria falta de habilidade e de percepção.

B) Os erros dos empreendedores surgem principalmente de fatores sobre os quais ele não tem controle.

7-
A) Os empreendedores são freqüentemente vitimados por fatores conjunturais que sequer chegam a compreender plenamente.
B) A informação e o envolvimento em temas sociais, políticos e econômicos podem levar os empreendedores a compreender todos os fatores que afetam seu negócio.

8-
A) Obter um empréstimo depende sobretudo da boa vontade do banco.
B) Obter um empréstimo depende sobretudo da viabilidade do plano de negócio.

9-
A) Buscar informações com vários fornecedores antes de comprar matéria-prima é essencial para se obter o melhor produto.
B) Não há porque perder tempo coletando informações: a qualidade do produto que se compra está diretamente relacionado ao valor que se paga.

10-
A) Ter ou não lucro depende da sorte.
B) Ter ou não lucro depende da competência.

11-
A) Há pessoas que, por suas características, jamais terão sucesso como empreendedoras.
B) É possível desenvolver capacidade empreendedora em pessoas com qualquer tipo de perfil.

12-
A) As origens sociais de uma pessoa definem se ela terá sucesso como empreendedora.
B) Não importam as origens sociais. O esforço e a capacidade da pessoa podem levá-la ao sucesso como empreendedora.

13-
A) Não há como escapar dos entraves causados pela burocracia (órgãos do governo, funcionários públicos, bancos).
B) É possível não depender da burocracia.

14-
A) O mercado se tornou tão imprevisível que é aceitável empreendedores de visão errarem.
B) Um empreendedor deve culpar a si próprio pelos seus erros de percepção.

15-
A) O destino de cada um depende de seus próprios esforços.
B) Tentar mudar o destino de alguém é inútil. O que tiver que ser, será.

16-
A) Há muitas circunstâncias que escapam do controle do empreendedor.
B) Os empreendedores fazem suas próprias circunstâncias.

17-
A) Não importa o quanto nos esforçamos, só conseguimos realizar o que está reservado pelo destino.
B) Os resultados que obtemos dependem dos nossos esforços.

18-
A) A eficácia de uma organização depende sobretudo da existência de pessoas competentes.
B) Por mais competentes que sejam os profissionais de uma empresa, as condições sócio-econômicas podem levá-la a enfrentar sérios problemas.

19-
A) Às vezes é melhor deixar as coisas se encaminharem sozinhas, ao acaso.
B) Agir para resolver os problemas é sempre melhor do que deixá-los ao acaso.

20 -
A) A competência no trabalho sempre será reconhecida.
B) Por mais que alguém seja competente, ele depende dos contatos para crescer.

Pontuação
Transfira seus pontos para a tabela abaixo e faça a soma final.




Resultado
Divida o total de pontos do controle interno pelo total do controle externo. Confira o resultado:


Abaixo de 1,0 - Indica que você possui um alto nível de orientação por controle externo, com poucas possibilidades de iniciar uma atividade como empreendedor ou de se destacar profissionalmente.
Entre 1,0 e 2,9 - Indica que você até pode vir a ser um empreendedor, mas é importante aumentar o seu nível de controle interno nas suas atividades profissionais.
Entre 3,0 e 4,9 - Indica que você tem um bom nível de controle interno.
Entre 5,0 e 6,9 - Indica que você tem um excelente nível de controle interno, com grandes possibilidades de iniciar uma atividade como empreendedor ou se destacar profissionalmente.
De 7,0 em diante - Indica que você tem um nível de controle interno fora do comum. Dificilmente suportará estruturas corporativas muito rígidas.


* As pessoas que possuem personalidade fortemente empreendedora somam entre 7,0 e 9 pontos.

Fonte: Teste extraído do livro Gente que Faz, de Luiz Fernando Garcia, com base na concepção original de T. Venkateswara Rao