terça-feira, 29 de outubro de 2019
Sua empresa está na mente do consumidor?
Um ótimo posicionamento no mercado é a chave para o sucesso empresarial. Muitos acreditam que estão bem posicionados; entretanto, nem sequer sabem a verdadeira definição do termo.
Posicionamento refere-se à metodologia utilizada para criar uma determinada percepção de um produto, marca ou identidade de uma empresa. (Jack Trout e Al Ries)
Posicionamento é a ideia central do negócio. É o fundamento que determina se a empresa vai ou não ganhar dinheiro. (Ram Charam)
Estratégias bem-sucedidas têm suas raízes nas vantagens competitivas da empresa. A habilidade de identificar oportunidades de posicionamento é um grande teste da competência do profissional de marketing de plantão.
• Identificar produtos concorrentes;
• Identificar atributos ou dimensões que definem o espaço que o produto irá ocupar;
• Coletar informações sobre a percepção dos clientes relativas aos atributos do produto;
• Determinar qual espaço o produto ocupa na cabeça dos clientes.
Na prática, o posicionamento nunca deveria ser articulado sem um planejamento estratégico (PE) formal. O PE é a única ferramenta que permite identificar as competências essenciais da empresa e transformá-las em objetivos compreensivos que finalmente determinarão o foco das ações de marketing e vendas. Se executadas com criatividade e disciplina ao longo do tempo, as ações determinarão o posicionamento almejado, transformarão o equity da marca em valor e, consequentemente, em vendas.
Cada vez mais as empresas estão buscando excelência em determinado segmento que possa marcá-la como especialista naquilo. Para o consumidor ávido por novidades, melhores relações de custo/benefício e graças à velocidade com que consegue obter informações, uma empresa bem posicionado no seu segmento será fatalmente procurada.
Saiba tudo sobre como se posicionar no livro "A Fórmula da Satisfação do Cliente"
terça-feira, 21 de abril de 2009
Dez coisas que uma empresa não deve fazer na crise
| Ilustração: Negreiros |
1) Negar o impacto da crise: Mesmo se a sua empresa parece não estar sendo afetada pela crise financeira mundial, fique atento. Ainda que a crise passe apenas por áreas secundárias do negócio, é provável que ela atinja todas as empresas.
2) Não exagerar na cautela: Mantenha as contas a curto e médio prazo na ponta do lápis. É importante acompanhar cada passo do mercado e das finanças da empresa para saber a real necessidade de tomar determinadas medidas.
3) Descuidar da comunicação: Em momentos de crise, é especialmente importante administrar adequadamente a comunicação da empresa, seja com clientes, fornecedores ou funcionários. É imprescindível manter as pessoas informadas sobre os fatos que afetam a empresa, bem como sobre as medidas que estão sendo tomadas. Só assim consegue-se neutralizar os impactos negativos de rumores e informações imprecisas.
4) Não ponderar os custos e os ingressos para cada cenário: É importante estimar situações de máximo e mínimo risco, a fim de prever as possíveis ações que serão necessárias em cada uma delas.
5) Passar dos orçamentos para os endividamentos: É preciso ajustar os gastos com os ganhos previstos pela empresa e esforçar-se para cumprir as metas. Amargar prejuízo em períodos de crise pode fazer com que a empresa afunde mais facilmente. Concentre seus esforços em conseguir os financiamentos ou refinanciamentos necessários para alcançar o equilíbrio do negócio.
6) Descuidar da delegação de decisões: Frente à tanta incerteza, muitas decisões delegadas anteriormente ou automatizadas devem ser reexaminadas e, talvez, centralizadas de novo.
7) Continuar com projetos e investimentos sem reavaliá-los: Reconsidere os projetos previstos ou em andamento e congele aqueles que não vão melhorar a curto prazo os resultados da empresa. Como estamos em um cenário diferente, deve-se revisar a validade das estimativas feitas antes do período de crise.
8) Não atender as mudanças de mercado: As mudanças constantes nesse cenário de crise obrigam os empresários a estar em permanente vigilância em relação às variações de vendas e aos concorrentes. Quanto mais rápida for a resposta de uma empresa para as mudanças do mercado, melhor ela poderá planejar as estratégias que permitam restabelecer o negócio.
9) Ter uma reação exagerada: A crise é uma situação delicada e não se deve tomar decisões com pressa. Deve-se impor a moderação. Tão desaconselhável é a redução massiva de pessoal como fazer contratações indiscriminadamente.
10) Não prever os possíveis cenários uma vez superada a crise: Existe um depois da crise e é preciso pensar nele. O empresário tem que imaginar como pode ficar o setor e planejar a busca de novos mercados e produtos para quando a crise terminar.
Fonte: PEGN
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Onde você vê a crise eu vejo a oportunidade
1 – Antecipe-se à crise.
Não seja surpreendido por ela e nem a superestime. Seja realista. Ela vai passar e você só precisa se preparar para o tempo que ela durar. Não dê ouvidos a apenas estatísticas que são dadas sem se aprofundar no entendimento dos números que são apresentados.
2 – Faça um levantamento de estoque.
Verifique os itens que não têm girado nos últimos 3 meses, verifique a margem de lucro desses produtos e planeje uma promoção, com uma margem reduzida. Não queime todos os produtos sem giro do estoque num único mês. Comece pelo que gira menos e vá liquidando mensalmente.
3 – Evite demissões.
A primeira reação que um pequeno empresário tem ao enfrentar uma crise é demitir. Isto só transfere a crise de lugar, em um contexto geral. Não se esqueça de que, se você demitir, terá de assumir algumas tarefas que aquele funcionário fazia e o trabalho, a executar, lhe tomará o tempo de planejar e descobrir estratégias de negócios. Além disso, demitir custa caro e readimitir, também.
4 – Reduza custos financeiros.
Se você trabalha com vários bancos, analise qual tem as melhores taxas de manutenção de conta e juros. Depois dessa observação, vá centralizando suas contas no banco que oferece as melhores vantagens. Verifique ainda a possibilidade de reduzir taxas de juros por meio da renegociação dos contratos.
5 – Seja criativo com o cliente.
Quando você abriu sua empresa já sabia que teria de arregaçar as mangas e “achar um jeito” para fazer o negócio. Se hoje você está em uma posição mais confortável, volte a agir como antes e use sua criatividade para abrir novas frentes de negócio. Você está numa maré aonde o cliente vem até você? Chegou o momento de pesquisar quais deixaram de comprar e fazer contato.
6 - Não negligencie o Marketing.
Não cancele os investimentos em comunicação. Uma das piores coisas que você pode fazer neste momento é retirar o seu nome da mídia. Se você tem fixado a marca de seu negócio, retira-la vai demonstrar para seus clientes que você não está indo bem.
7 – Controle as despesas.
Planeje bem as visitas que terá de fazer. Faça visitas produtivas, ou seja, planeje suas saídas para clientes de tal forma que possa visitar mais de um na mesma região, sem retornos constantes e, ainda, possa visitar fornecedores e, por exemplo, ir ao banco.
8 – Faça um levantamento minucioso dos custos.
Você certamente se surpreenderá com alguns itens que dão uma margem muito alta e outros que estão dando prejuízo. Reveja cada caso e analise seu ponto de equilíbrio para focar naqueles produtos que lhe darão retorno e não serão facilmente abandonados pelos seus clientes. Faça o mesmo com seus clientes. Quais estão lhe dando um bom retorno e quais você precisará rever a estratégia de atendimento.
9 – Faça um estudo das compras nos últimos 12 meses.
Alguma coisa de seu estoque foi comprada para ajudar o fornecedor a cumprir a meta de venda dele? Chegou o momento de verificar a possibilidade de devolução, repasse ou outra estratégia para diminuir o seu estoque e gerar recursos. Para alguns tipos de negócios há a possibilidade de você ceder o seu espaço para que o fornecedor coloque os produtos dele em consignação, o que seria uma boa estratégia, pois deixar sua loja sem mostruário também causa má impressão no cliente.
10 – tenha uma visão sistêmica de sua empresa.
Apesar de serem concorrentes, os outros negócios semelhantes ao seu estão passando pelo mesmo período de crise. Se você tem trabalhado isolado, o momento é oportuno para ficar atento ao que sesta acontecendo com seu ramo, o que as associações estão fazendo, pois empresas que fazem parte de uma cadeia produtiva organizada têm mais chance de sobreviver.
Fonte: www.administradores.com.br
E o futuro?“A melhor maneira de prever o futuro é cria-lo.” – Peter Drucker
“O futuro está escondido por trás dos homens que o fazem.” – Anatole France
“O futuro tem muitos nomes: para o fraco, é o inalcançável; para o medroso, o desconhecido; para o valente, a oportunidade.” – Victor Hugo
“Os homens e os povos em decadência vivem se recordando de onde vêm; os homens sábios e os povos fortes precisam saber para onde vão.” – José Ingenieros. “Autor de “O homem medíocre”
“No que diz respeito ao futuro, existem três tipos de pessoas: as que o deixam acontecer, as que o fazem acontecer e as que se perguntam o que aconteceu.” – John M. Richardson Jr. Professor da American University
“Ó vida futura! Nós te criaremos.” – Carlos Drumond de Andrade
Paulo Rubini, Consultor de Empresas
