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sábado, 13 de setembro de 2008

Surfe e cerveja combinam?


Claro que não quero aqui dar uma de puritano contra a loira gelada, mas achei muito equivocada a "união" cerveja e surf. Parece o velho tempo das propagandas de cigarros aliadas a esportes radicais.


"Nova Schin divulga apoio ao surfe."


A Y&R criou anúncios para divulgar o patrocínio oficial da Nova Schin ao Super Surf, campeonato nacional de surfe profissional.


As peças dão continuidade à campanha “Pega Leve” da marca, mas com foco nos simpatizantes, praticantes e amantes do esporte.


A primeira peça já está sendo veiculada e traz o título: “Acordar às 5 da matina para surfar é pegar leve. Pegar pesado é acordar às 9 para trabalhar”.


Já a outra tem previsão de estréia em setembro, e traz a questão: “A parafina não deixa a prancha escapar? Parafina na latinha, então”.


A próxima etapa do Super Surf 2008 acontecerá de 24 a 28 de setembro, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.


Me passam a idéia de que surfar é coisa de quem não tem o que fazer e "trabalhar" não têm ligação com o esporte que movimenta bilhões de dólares pelo mundo exatamente pelo seu profissionalismo:


Acordar às 5 da matina para surfar é pegar leve. Pegar pesado é acordar às 9 para trabalhar”


Com cerca de 3,5 milhões de consumidores, o surfe movimenta no Brasil aproximadamente R$ 2,5 bilhões por ano, segundo cálculos do consultor Tomás Burguete, do site Camerasurf. A grandiosidade dos números vem levando cada vez mais empreendedores a ingressarem no mercado de artigos relacionados ao surfe. No varejo, já são pelo menos 800 empresas ligadas diretamente à prática do esporte, fora outros segmentos que buscam relacionar-se com essa tribo.

Jornal do Commercio 19/11/2007



Surfar e beber não combinam. Muito pelo contrário, pesquisas indicam que adeptos do esporte e simpatizantes da cultura que envolve essa tribo são adeptos de uma vida mais saudável:


"A parafina não deixa a prancha escapar? Parafina na latinha, então”


Segundo pesquisa desenvolvida pelo departamento de marketing da Quicksilver brasileira, os consumidores encaixam-se no seguinte perfil:

A grande maioria dos consumidores de surfwear são simpatizantes (95%), enquanto os praticantes resumem-se a 5% do total.


As opções de lazer mais procuradas pelos surfistas são os bares(49%) e housepartys(festas particulares - 35%), o que mais uma vez comprova o estilo de vida particular do surfista, que busca lugares mais tranqüilos em comparação aos simpatizantes. As bebidas mais apreciadas pelos surfistas também demonstram uma

preocupação com a saúde. Água e refrigerantes são os preferidos de 48%.



Não carrego nenhuma visão distorcida, até porque gosto da danada da cerveja, mas estratégicamente não vejo adesão da marca etílica com o surfe.


Paulo Rubini, Consultor de Empresas e apreciador moderado de cerveja.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Mercado do surf movimenta R$ 5 bilhões no Brasil

Pesquisa da Toledo Associados estima 1 milhão de simpatizantes do esporte apenas na cidade de São Paulo

Solicitada pela revista Alma Surf, o estudo apontou um crescimento de 100% do mercado nos últimos cinco anos. Os números surpreenderam: o mercado do surf movimenta cerca de R$ 5 bilhões por ano em todo o País e possui, só na cidade de São Paulo, mais de 1 milhão e 100 mil consumidores - entre simpatizantes e surfistas. "Há uma verdadeira mudança do arquétipo do que é ser surfista. Contaminamos toda a sociedade a partir da década de 90, e agora temos que transformar essa sensibilidade de amar o esporte numa plataforma", explica Romeu Andreatta, curador e organizador do festival.

A pesquisa foi realizada em junho deste ano, com a participação de 281 consumidores finais e 20 proprietários de lojas e diretores comerciais. Ela também apontou, entre outros dados, que existem mais de três mil pontos-de-venda do segmento em todo o País, que são responsáveis por cerca de 400 mil empregos diretos e mais de um milhão indiretos, com um ticket médio de gastos de R$ 280,00, seis vezes por ano, apenas dos simpatizantes

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