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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Pesquisa revela tendências do consumidor emergente

portal Executivos Financeiros 29/09/2009

O Data Popular, empresa referencia em estudos das classes C, D e E, e o instituto de pesquisa Datafolha identificaram as dez tendências de comportamento do consumidor emergente, mercado que respondem por 85% da população, 69% dos cartões de crédito e 70% de tudo que se compra no supermercado.Diferente do cliente tradicional, a descoberta do consumo faz com que o mercado emergente desenvolva um jeito próprio e inclusivo de comprar.

As marcas que forem didáticas e apresentarem esse novo universo de consumo terão a fidelidade dessas classes. A base da pirâmide também está mais consciente da sua importância na sociedade e valorizarão cada vez mais as suas conquistas enaltecendo a relação com as suas origens, sua história e suas características e, com maior poder de consumo, exigirão cada vez mais. Melhores produtos, melhores governos, melhor qualidade de vida.

As marcas que se souberem conjugar a melhor relação custo-benefício serão recompensadas.Já as famílias de baixa renda se conscientizaram que, através da educação, podem mais e, de maneira muito funcional, investirão cada vez mais na educação dos filhos pensando no próprio futuro, enquanto que os atuais jovens da baixa renda que são mais escolarizados, mais informados e mais economicamente ativos que seus pais, formarão um novo perfil de cidadãos e consumidores que serão a maioria da população brasileira.

Com o crescimento do poder (consciência, status e renda) as mulheres da baixa renda, estarão mais independentes e construirão uma outra relação familiar. Isso implicará no desenho de uma nova família, cada vez menor e com uma renda per capita maior.As classes baixas sempre dependeram mais uns dos outros para viver, ou seja, cresceram e aprenderam a conviver em um ambiente colaborativo.

Aliada as novas tecnologias e a disseminação das redes sociais, a baixa renda potencializará as suas já extensas relações sociais.Estar bem arrumada é outro fator relevante nessas classes, pois diminui as barreiras sociais que dificultam a inclusão da base da pirâmide.

Com maior acesso aos produtos de beleza e aos tratamentos estéticos novos padrões de beleza serão mais abrangentes e as marcas deverão estar atentas às novas tendências dessa maioria.A geografia dos bairros e os diferentes tipos sociais das pessoas de baixa renda exigem diferentes formatos de produtos e distribuição das cias.

Os canais de venda deverão ter maior capilaridade, e as marcas trabalharão produtos segmentados para uma grande massa de consumidores. A penetração de tecnologia da informação está em plena expansão nas classes baixas, principalmente através dos jovens populares.

Tecnologia é vista como investimento no futuro profissional e como canal de acesso as informações antes restritas a minoria da população brasileira.

2 comentários:

Lorena Bragatto disse...

Muito bom o texto atual!! Bacana, gostei muito!

Douglas Soares disse...

Muito bom o texto. Isso me fez lembrar algumas mudanças na area de design e a possibilidade de consumo.

Alguns anos atras a casas Bahia vendia guarda-roupas que pareciam caixas de fosforo, mas com um preço acessivel. Hoje, a mesma casas Bahia, vende guarda-roupas com um design mais arrojado. A linha de moveis para sala e cozinha tambem sofreram alteraçao, e ainda assim o preço continua acessível. Lojas de menores portes, acompanharam essa exigencia do consumidor. Tambem percebo uma tendencia a compra de quadros decorativos. Lojas que imitam o estilo R$ 1,99 vendem telas no tamanho 2m x 1,5m por R$69,00. E o giro deles e significativo.