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domingo, 26 de dezembro de 2010

Marketing de Varejo - As Compras Coletivas Ajudam o seu Negócio?

O mercado de compras coletivas é o que mais cresce na Internet brasileira. A cada dia que passa mais players entram querendo uma parcela deste mercado tão competitivo. E não é a toa que a concorrência é enorme, desde o mês de Junho o crescimento foi de 231%. Alguns tentam inovar, ou copiar algo diferente dos serviços gringos, mas basicamente o princípio sempre é o mesmo, descontos para compras coletivas.

E seguindo o exemplo do mercado americano, começam a surgir os primeiros exemplos de proprietários de negócios tendo problemas por não conseguir suprir a super demanda gerada por estes serviços. Na última semana, na Gazeta do Povo vimos um artigo onde Eugênio Foganholo, diretor daMixxer Desenvolvimento Empresarial, uma consultoria especializada em bens de consumo e varejo, alertou sobre o risco no mercado de compras coletivas para as empresas que participam das promoções.

“O empresário precisa analisar bem para o tiro não sair pela culatra. Pontos como capacidade de atendimento num curto prazo e poder de reter o cliente são fundamentais para que a ação não se torne prejudicial”

Outras pessoas falam sobre o assunto, dizem que é preciso ter cuidado para não deixar o consumidor mau-acostumado com as promoções, fazendo com que eles tenham rejeição quando são cobrados os preços normais. Lembrando também que em alguns serviços, 50% do valor do cupom vai realmente para os empresários, mesmo assim ele não recebe esse valor logo depois, uma parte é recebida depois de 30 dias e outra somente 60 dias, e tudo de acordo com o uso dos cupons. Ou seja, em alguns serviços, a receita dos cupons não utilizados fica com a empresa que divulga a oferta.

Temos também o exemplo da falta de infra-estrutura e preparação. Bruno Barros, gerente da rede de fast-food Vininha, fechou negócio com um grande player de compras coletivas como uma parte da estratégia de expansão da empresa, que vai abrir 8 lojas em Curitiba e região até o final do ano. O objetivo era testar e aumentar o volume de atendimentos. A rede de fast-food rapidamente se tornou uma empresa recordista de vendas em Curitiba, onde foram mais de 5 mil cupons vendidos.

“Nós tínhamos uma proposta bem definida. Financeiramente, não ocorre retorno imediato, podendo chegar ao ponto de desembolsar um valor para trazer novos clientes. Mas vale para aumentar a base de clientes. Nossa expectativa é que 80% das pessoas voltem”.

Mas o que aconteceu foi que o teste foi bem traiçoeiro, o empresário não esperava que o sucesso fosse tão grande:
“Como é novidade no Brasil, as pessoas não têm a cultura de usar o cupom a longo prazo Os três primeiros dias foram o caos. Tivemos que reenviar um e-mail para base reagendando a entrega. Também tivemos que administrar difamação nas redes sociais. Demorou uma semana para estar tudo normalizado”

Mas nem todos os testes são positivos. O empresário Nelson Paes, dono do restaurante japonês Sushimaker, não aprovou sua participação nas compras coletivas. Segundo ele os 3 mil cupons comercializados atraíram apenas “clientes de oportunidade,” fazendo com que o retorno fosse pequeno em relação ao investimento.

“Esse tipo de anúncio é muito ilusório. Hoje, existe uma rede de pessoas flutuantes que busca oportunidades. Cerca de 90% das pessoas não voltam. No meu caso, foi prejudicial. O empresário tem que fazer uma avaliação, pois existem outros mecanismos mais inteligentes”

Realmente, é preciso muito planejamento e estratégia para divulgar sua empresa nos sites de compras coletivas. Os empresários devem mensurar a margem de lucro e calcular o retorno sobre o investimento, além de preparar seus empregados para receber com qualidade todas essas pessoas, já que ele depende disso para que os “clientes de oportunidade” voltem a comprar, tornando-se uma oportunidade para clientes. Isso não é para qualquer tipo de varejo, mas para o comércio que planeja uma campanha de divulgação e posicionamento de marca, é uma boa pedida.

E vocês, o que acham? As compras coletivas são positivas apenas para os usuários e serviços, ou também para os pequenos e médios empresários?

ReadWriteWeb Brasil 

sábado, 18 de dezembro de 2010

Dicas sobre como escolher o que delegar


A arte de saber delegar é cada vez mais uma necessidade dentro de uma organização, nomeadamente no que se refere à sua gestão.


"Delegar é conferir autoridade a outros" “o objetivo da delegação é conseguir que alguém faça uma tarefa, tendo para isso poder de decisão e autoridade .” Quando se delega algo a alguém, deve-se certificar que a pessoa: compreendeu o que foi pedido, se tem a autoridade necessária para satisfazer o pedido (ou então que lha concedam) . Saber como satisfazer esse pedido. É da responsabilidade de quem delega comunicar as coisas de uma forma clara: As cautelas a tomar. As fontes de informação a recorrer. É necessário conseguir transmitir o nosso objetivo a uma pessoa o melhor possível.



Dicas sobre como escolher o que delegar
Dica:
Avalie seu volume de trabalho e identifique que tarefas, projetos ou funções exigem seu conjunto específico de habilidades e autoridade.
Dica:
Identifique tarefas rotineiras, projetos específicos ou funções completas que poderiam ser executadas por outras pessoas de sua equipe ou com recursos externos.
Dica:
Identifique tarefas, projetos ou funções que poderiam ser executados por outras pessoas com um mínimo de coaching ou de treinamento no local de trabalho.
Dica:
Identifique tarefas, projetos ou funções que poderiam ser executados por um membro da equipe, caso você ou algum de seus pares lhe proporcionasse um treinamento adicional ou coaching.
Dica:
Identifique tarefas, projetos ou funções que poderiam exigir habilidades somente disponíveis em outras unidades ou em outra organização. 

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Gestão - Gerenciando Conflitos

Divergências de ponto de vista, motivação ou estilo podem constituir as principais causas de um conflito. Para melhorar suas interações, é necessário que você entenda a causa da dificuldade e, então, encontre uma solução apropriada. Observe como esse gerente descobre a causa e, em seguida, sugere uma solução.

Gerente:
Temos tido nossas diferenças quanto a se vale a pena fazer algumas demonstrações desse produto. O fato é que eu nunca entendi por que essas demonstrações demoram tanto para ficar prontas e por que custam tão caro.

Subordinado direto:
Bem, nosso desejo é fazer a coisa certa. De modo que procuramos conversar com todas as partes envolvidas e programamos reuniões de grupos focais para, depois, fazermos uma série de revisões – às vezes, chegamos a fazer até cinco revisões. Tudo isso para produzirmos a melhor demonstração possível.

Gerente:
Ah! O que eu acho é que temos percepções diferentes daquilo que é crítico. Você foca a qualidade, o que eu entendo, mas minha preocupação é com o resultado final. Eu preferiria gastar pouco tempo para produzir uma demonstração de boa qualidade e a baixo custo a ficar insistindo em perfeição.

Subordinado direto:
O que você quer dizer com boa qualidade?

Gerente:
Boa o suficiente para que os clientes consigam ter uma visão clara e atraente do produto. Deixe-me perguntar o seguinte: Qual a vantagem dos grupos focais?

Subordinado direto:
É difícil avaliar isso. As pessoas discordam do valor que têm grupos focais. Às vezes, percebemos a necessidade real de descobrir algo; outras vezes, não passa de mera rotina.

Gerente:
E as revisões? Em que ponto vocês deixam de receber feedback crítico para receber feedback do tipo que – você sabe – sugere mudar uma única palavra ou usar uma cor ligeiramente diferente?

Subordinado direto:
Eu diria que por volta da quarta revisão.

Gerente:
Então, o que você acha de programar grupos focais apenas quando houver necessidade real e de reduzir o número de revisões para três? Você acha que, dessa forma, é possível chegar a um nível de qualidade aceitável?

Subordinado direto:
Sim. Acho que eu não teria o menor problema em aceitar isso.

Resolvido o impasse!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

sábado, 11 de dezembro de 2010

Preparando-se para uma reunião em 4 passos

Inicie seus preparativos identificando a(s) finalidade(s) da reunião. A finalidade é informar, obter idéias, resolver um problema, determinar o curso de uma ação, esclarecer papéis e responsabilidades? Ou uma combinação de vários itens? Os objetivos específicos determinarão quem você convidará para a reunião e como esta será conduzida.

Quantas pessoas você deve convidar para uma reunião? Utilize a regra 8-18-1800:
  • Se você precisa solucionar um problema ou tomar uma decisão, então não convide mais do que 8 pessoas. Convidar mais do que 8 pessoas pode trazer mais problemas do que soluções.
  • Se você quer fazer um brainstorming, então você pode convidar até 18 pessoas; entretanto, chegar a um consenso pode ser difícil com essa quantidade de participantes.
  • Se a finalidade da reunião for reunir forças e motivar as tropas, então, quanto mais, melhor. Convide "1.800" pessoas - ou mais.
Envolva na reunião pessoas que:
  • têm poder de decidir as questões envolvidas;
  • podem prover inputs relevantes;
  • estão comprometidas ou têm um interesse ou um papel nas questões;
  • para realizar seus trabalhos precisam tomar conhecimento das informações de que você dispõe;
  • serão solicitadas a implementar alguma decisão tomada.
Prepare uma agenda
Sempre que possível, prepare uma agenda antes da reunião. Utilize a lista a seguir para criar sua agenda específica:
  • Finalidade da reunião
  • Resultados e objetivos almejados
  • Data, horário e local da reunião
  • Quem está convocando a reunião
  • Nome do grupo que está se reunindo ou nomes dos participantes
  • Papéis a serem desempenhados pelos participantes
  • Qualquer coisa incomum em relação à estrutura da reunião
  • Nomes e papéis a serem desempenhados pelos participantes externos
  • Itens da agenda a serem discutidos, responsável pelo item e pelo tempo alocado
  • Tempo de duração da reunião
  • Material de suporte ou preparativos que devem ser feitos.
Quanto tempo deve durar uma reunião?
Depende da finalidade e da agenda da reunião. Em geral, uma reunião de negócios dura entre 30 minutos e duas horas - normalmente, quanto mais breve, melhor.
Enquanto se prepara para uma reunião, certifique-se de que a questão dos papéis e das responsabilidades foi determinada. Uma pessoa pode desempenhar diversos papéis em uma reunião. Os papéis essenciais são:
  • Líder. Pode ou não dirigir a reunião, mas esclarece sua finalidade, objetivos, obstáculos e também o escopo da autoridade. Responsável pelo acompanhamento.
  • Facilitador. Guia o grupo através das fases de discussão, resolução de problemas e tomada de decisão da reunião. Pode ser responsável pelas logísticas pré e pós-reunião.
  • Relator. Capta os pontos-chave, idéias e decisões resultantes da reunião. Pode também esboçar minutas ou anotações após a reunião.
  • Colaborador. Participa ativamente oferecendo idéias e ajudando a manter o curso da discussão.
  • Especialista. Contribui com seu conhecimento de especialista em assuntos específicos, conforme solicitado. Caso não seja um membro regular da equipe, é possível que o especialista não participe de outros aspectos da reunião.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010