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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Radiografia da classe “C”

Famílias com renda média de 1,4 mil serão responsáveis por 18,4% das compras no país em 2009, segundo pesquisa da Target Marketing. Uma alta de 17,4% em relação ao ano passado.

De 2002 a 2008, a renda das pessoas da base da pirâmide social aumentou R$ 163 milhões e pode ser a saída para tempos difíceis de consumo pelas classes mais abastadas lá do alto. A classe C se tornou exigente e garante o consumo na crise.

Ele não quer mais produtos de segunda classe.

Quem é ele.

- 85% da população brasileira ocupam as classes C, D e E;
- R$ 620 bilhões é quanto esse grupo movimenta por ano na economia nacional;
- R$ 163 milhões é quanto a renda dessa fatia da população cresceu em 6 anos;
- 88% da população adulta da classe C não têm graduação;
- 69% dos cartões de crédito do país estão nas mãos desse grupo de consumidores;
- 75% dos usuários de internet pertencem a essas classes sociais;
- 44% das famílias dessas classes cuidam da criança do vizinho, contra 6,5% d
a classe A.
- 75% dos consumidores de classe C têm algum tipo de receio ao comprar um imóvel, contra 45% na classe A.

Como se comporta.

- A compra de um produto mais caro é um programa de família para a classe C;
- Ser honesto ao propor o negócio para a Classe C é o mais importante para se ter sucesso.
- O consumidor de baixa renda prefere permanecer no bairro onde mora;
- Os pequenos comércios são os principais pontos de venda freqüentados. Isso ocorre por não terem veículo próprio, a opção de varejo é a pequena loja da vizinhança (ainda que pagando mais caro pelos produtos, ele economiza no transporte).
- Produtos de beleza estão cada vez mais em alta nos estabelecimentos das classes mais humildes.
- A distribuição dos produtos nos comércios precisa ser de fácil acesso, mas não é verdade que compram somente com base no preço.
- A marca do produto deve ser especial de alguma forma;
- São conservadores e preservam valores como família, honra e justiça e tem necessidade de se sentir incluído e respeitado, apesar da condição financeira.
- São pessoas que têm o hábito de se socializar e valorizam muito o contato face a face.
- No caso de produtos de consumo rápido, a preferência racai sobre as marcas consideradas como de maior qualidade (que entregam o que prometem) uma vez que a dona de casa não pode “errar” na compra. Se o produto se destaca na qualidade, o preço mais alto se justifica.

Agora que voce tem o diagnóstico, use o remédio certo e sucesso.

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