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terça-feira, 9 de dezembro de 2008

O Índice Nacional de Confiança de novembro ficou em 140 pontos

Índice Nacional de Confiança de novembro ficou em 140 pontos, acima dos 134 registrados em novembro de 2007, segundo a ACSP (Associação Comercial de São Paulo). O número está estável em relação a outubro e setembro deste ano.

Acima de 100 pontos mostra otimismo e abaixo pessimismo, informa a Folha Online. A pesquisa mostra que 44% dos entrevistados continuam à vontade para comprar eletrodomésticos, como geladeiras, fogões, televisores, móveis, contra 34% menos favoráveis.

Mas o consumidor está menos favorável para compras de bens de maior valor, como carros e imóveis. Em novembro, 46% responderam que não pretendem fazer compras de maior valor, contra 40% em outubro. Os mais favoráveis ficaram estáveis em 32% (contra 31% em outubro).

De acordo com a ACSP, isso não significa que o consumidor desistiu, mas apenas adiou sua decisão de compra. "O nível de emprego vai dar, ao longo do tempo, a visão exata da crise real", disse Alencar Burti, presidente da Associação Comercial.

A regiões Norte e Centro Oeste continuam as mais confiantes acima da média com 143 pontos e a região Sul a menos otimista, com 127 pontos. No Nordeste cresceu em relação aos 134 pontos de outubro. Nas regiões Norte e Centro-Oeste o INC caiu de 160 pontos em outubro, para 146 em novembro.

A região Sudeste, a mais bem informada sobre a crise mundial, ficou praticamente estável em 138 pontos em novembro, contra 139 em outubro. Mas a Sul teve o índice mais baixo, de 127 pontos, contra 130 em outubro.

Para a ACSP, a região sofreu impacto com as enchentes em Santa Catarina. Na média de todas as regiões brasileiras, 41% dos entrevistados acham que a economia está forte ou mais forte, enquanto 31% acham que está fraca.Para os próximos seis meses, essa mesma média das regiões mostra otimismo: 43% acham que a economia estará mais forte, contra apenas 12% que acham que estará pior. Em novembro, o entrevistado achou que sua situação financeira pessoal estava um pouco pior: 38% deles (36% em outubro) acham que piorou; 34% acham que melhorou (contra 37% em outubro). Contudo, olhando para os próximos seis meses o consumidor demonstra otimismo para sua situação financeira pessoal: 58% acham que vai ficar melhor; e apenas 8% acham que vai ficar pior.

Crise global pode elevar Brasil a 8a economia do mundo

Reportagem publicada no site da BBC sustenta que o Brasil deverá saltar da décima para a oitava posição entre as maiores economias do mundo. Baseado em estimativa da consultoria CEBR, o texto duiz que o PIB brasileiro poderá superar o da Espanha e do Canadá, países que sofrerão efeitos da crise mundial com muito mais intensidade do que o Brasil.De acordo com o estudo, que faz previsões sobre o comportamento das principais economias do mundo neste e no próximo ano, o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil ultrapassaria os PIBs de Espanha e Canadá, dois países fortemente atingidos pela crise.

O CEBR prevê uma queda ligeira do PIB brasileiro entre 2008 e 2009 em dólares (de US$ 1,7 trilhão para US$ 1,6 trilhão), mas ainda assim bem menor do que a maioria das principais economias globais. Nas últimas semanas, dados sobre a economia brasileira fizeram com que analistas revisassem para baixo suas projeções de crescimento para o Brasil, especialmente para o último trimestre de 2008 e o primeiro de 2009.

Mesmo assim, segundo economistas, o Brasil deverá crescer acima da média mundial e está menos exposto à crise do que em ocasiões anteriores.Veja o texto completo no site da BBC-Brasil.

Boas notícias, ein!

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